Direito bancário

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

O Direito Bancário pode ser descrito como o conjunto de regras e princípios especialmente aplicáveis ao conjunto da actividade bancária em sentido lato, compreendendo a recepção de depósitos, o empréstimo de fundos, e uma série de outro tipo de operações activas e passivas.

O Direito Bancário compreende também as normas de direito público que visam a regulação e supervisão da actividade bancária. Outros aspectos mais gerais, como as normas relativas à prevenção da lavagem de dinheiro (ou branqueamento de capitais) têm também um impacto directo na área bancária.

Legislação aplicável e supervisãoeditar | editar código-fonte

Em Portugal a entidade supervisora é o Banco de Portugal.

Em Macau a principal lei aplicável é o Regime Jurídico do Sistema Financeiro, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 32/93/M de 5 de Julho. A entidade supervisora é a Autoridade Monetária de Macau.

No Brasil, o órgão máximo é o Conselho Monetário Nacional, que tem como órgão executor o Banco Central do Brasil, que juntamente com as demais instituições financeiras públicas e privadas compõem o Sistema Financeiro Nacional.

Bibliografiaeditar | editar código-fonte

  • CANAS, Vitalino. O crime de branqueamento: regime de prevenção e de repressão, Almedina, Coimbra, 2004.
  • CORDEIRO, António Menezes. Manual de Direito Bancário, 3.ª ed., Almedina, Coimbra, 2006.
  • GODINHO, Jorge. Do crime de branqueamento de capitais, Introdução e tipicidade, Almedina, Coimbra, 2001.

Ver tambémeditar | editar código-fonte








Creative Commons License