Guerra Russo-Georgiana

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Guerra na Ossétia do Sul em 2008
Parte da(o) Conflito georgiano-osseta
e Conflito georgiano-abecásio
2008 South Ossetia war en.svg
Localização da Geórgia (incluindo a Abcásia e a Ossétia do Sul) e da parte russa do Cáucaso do Norte
Data 7 de Agosto de 2008 – 16 de Agosto de 20081
Local Ossétia do Sul, Abecásia, Geórgia
Desfecho
  • Vitória russa, sul-osseta e abecásia
  • Reconhecimento da Ossétia do Sul e da Abecásia como repúblicas independentes pela Nicarágua e Federação Russa.2
  • Expulsão da maioria dos georgianos da Ossétia do Sul e do Vale de Kodori.3 4 5
Mudanças
territoriais
Geórgia perde o controle sobre partes da Abecásia (25%) e Ossétia do Sul (40%) que anteriormente detinha.
Combatentes
Geórgia Geórgia Rússia Rússia
Ossétia do Sul Ossétia do Sul
Abecásia Abecásia
Principais líderes
Geórgia Mikheil Saakashvili (comandante supremo)6
Geórgia Lado Gurgenidze (primeiro ministro)
Geórgia Davit Kezerashvili (ministro da Defesa)6
Geórgia Alexandre Lomaia (Conselho de Segurança Nacional)
Geórgia Zaza Gogava (Chefe do Estado-Maior Conjunto)
Geórgia David Nairashvili (Comandante da Força Aérea)
Geórgia Mamuka Kurashvili (forças de paz)7
Geórgia Vano Merabishvili (Ministro da Administração Interna)
Rússia Dmitry Medvedev (comandante supremo)
Rússia Anatoly Serdyukov (ministro da Defesa)
Rússia Vladimir Boldyrev
(Forças Terrestres)
Rússia Anatoly Khrulyov (58ª Exército) (WIA)8

Rússia Vyacheslav Borisov (76o aerotransportada)9
Rússia Marat Kulakhmetov (forças de paz)10 11
Rússia Sulim Yamadayev (Batalhão de Vostok)
Rússia Vladimir Shamanov (na Abkhazia)
Ossétia do Sul Eduard Kokoity (comandante supremo)
Ossétia do Sul Vasiliy Lunev (Ministério da Defesa)12
Ossétia do Sul Anatoly Barankevich (Ministério da Defesa e Emergências)
Abecásia Sergei Bagapsh (comandante supremo)
Abecásia Anatoly Zaitsev (Ministério da Defesa)13

Forças
Geórgia Na Ossétia do Sul: 10,000–12,000 soldados. Total: 18,000 soldados, 10,000 reservistas.14

2,000 soldados no Iraque no momento,15 retornaram brevemente para a fim do conflito
810 Forças Policiais Especiais.16

Rússia Na Ossétia do Sul:
10,000 soldados.
Na Abecásia:
9,000 soldados.
Ossétia do Sul 2,900 soldados regulares.
Abecásia 5,000 soldados regulares.17
Vítimas
Geórgia Georgia:

Militares18 19
162 mortos, 947 feridos, oito desaparecidos, 42 capturados20 21
Policia19
11 mortos, três desaparecidos, 227 feridos

Rússia Russia:

64 mortos, 283 feridos, três desaparecidos, 12 capturados22 23
Ossétia do Sul Ossétia do Sul :
cerca de 150 mortos24 (incluindo voluntários), número desconhecido de feridos, 41 capturados20
Abecásia Abecásia:
1 morto, 2 feridos25

Vítimas civis:

Ossétia do Sul: 136 civis e 26 militares de acordo com a Rússia, 365 de acordo com a Ossétia do Sul26 27 28
Georgia: 224 civis mortos e 15 desaparecidos, 542 feridos19 19


Refugiados:
Pelo menos 158 mil civis deslocados29 (incluindo 30 mil ossetianos do sul que se mudaram para Ossétia do Norte, na Rússia, e 56 mil georgianos a partir de Gori, Geórgia e 15.000 georgianos da Ossétia do Sul pela ACNUR que se mudaram para a Geórgia incontestada).30 31 Estimativa do coordenador da Geórgia para os Assuntos Humanitários: pelo menos 230 mil.32 33 34
Destruição na Ossétia, 2008.

A Guerra Russo-Georgiana (também conhecida como Guerra na Ossétia do Sul em 2008, Guerra dos Cinco Dias ou Guerra de Agosto) foi um conflito armado ocorrido em agosto de 2008 entre a Geórgia de um lado, e a Rússia e os separatistas da Ossétia do Sul e da Abecásia, do outro.

A Guerra da Ossétia do Sul de 1991-1992 entre georgianos e ossetas havia deixado um pouco mais da metade da Ossétia do Sul sob o controle de facto de um governo apoiado pela Rússia não reconhecido internacionalmente. 35 36 A maior parte dos georgianos da Ossétia do Sul permaneceram sob o controle da Geórgia (distrito de Akhalgori, e a maioria das aldeias vizinhas a Tskhinvali), com uma força de paz conjunta da Geórgia, da Ossétia do Norte e da Rússia presente nos territórios. Uma situação similar existia na Abecásia após a Guerra na Abecásia de 1992-1993.

As tensões escalaram durante os meses de verão de 2008. Bombardeios por separatistas ossetas contra aldeias georgianas começaram logo em 1 de agosto, atraindo uma resposta pontual das forças de paz da Geórgia e de outros combatentes já existentes na região.37 A Geórgia lançou uma ofensiva militar de grande escala contra a Ossétia do Sul durante a noite de 7 para 8 de agosto, em uma tentativa de recuperar o território;38 declarando que estava respondendo aos ataques contra suas forças de paz e aldeias da Ossétia do Sul, e que a Rússia estava movendo unidades não pertencentes à manutenção da paz para o país. A Geórgia capturou com sucesso a maior parte de Tskhinvali em poucas horas. A Rússia reagiu, com a implantação de unidades do 58ª Exército Russo e das Tropas Aerotransportadas na Ossétia do Sul um dia depois, e lançou ataques aéreos contra as forças georgianas na Ossétia do Sul e em alvos militares e logísticos na Geórgia. A Rússia reivindicou que estas ações foram uma intervenção humanitária necessária e imposição da paz. 39 39 40 41

As forças russas e ossetas lutaram contra as forças georgianas na Ossétia do Sul ao longo de quatro dias; os combates mais pesados ocorrem em Tskhinvali. Em 9 de agosto, as forças navais russas supostamente bloquearam uma parte da costa da Geórgia e desembarcaram fuzileiros navais na costa da Abecásia. 42 A marinha georgiana tentou intervir, mas foi derrotada em uma batalha naval. As forças russas e abecases e abriram uma segunda frente, atacando o Vale de Kodori, mantido pela Geórgia. 43 As forças georgianas colocaram apenas uma resistência mínima, e as forças russas invadiram posteriormente bases militares na Geórgia ocidental. Após cinco dias de intensos combates na Ossétia do Sul, as forças georgianas recuaram, permitindo que os russos entrassem no território incontestado da Geórgia e, temporariamente, ocupam as cidades de Poti, Gori, Senaki e Zugdidi. 44

Através da mediação pela presidência francesa da União Europeia, as partes chegaram a um acordo preliminar de cessar-fogo em 12 de agosto, assinado pela Geórgia em 15 de agosto, em Tbilisi e pela Rússia em 16 de agosto, em Moscou. Várias semanas após a assinatura do acordo de cessar-fogo, a Rússia começou a retirar a maioria de suas tropas do território incontestado da Geórgia. No entanto, as autoridades ocidentais insistem que as tropas não retornaram para a linha onde estavam estacionadas antes do início das hostilidades, conforme descrito no plano de paz.45 46 As forças russas permanecem estacionadas na Abecásia e na Ossétia do Sul no âmbito de acordos bilaterais com os governos correspondentes. 47

Antecedenteseditar | editar código-fonte

Em novembro de 1989, a Ossétia do Sul declara sua autonomia em relação à República Socialista Soviética Georgiana, detonando um conflito de três meses. A Geórgia e a Ossétia do Sul dão início a um novo conflito armado que inicia-se em 1990 e dura até 1992, ano em que Rússia, Geórgia e Ossétia do Sul acertam a criação de uma força de paz.

A tensão seguinte está relacionada com o beneplácito que a OTAN deu à Geórgia e à Ucrânia para entrarem nessa organização, contudo não ficou estabelecida nenhuma data para a sua adesão.

No mês de Abril de 2008, houve uma escalada da tensão com o suposto abate de um avião tripulado sobre a Ossétia do Sul, acontecimento denunciado pela Geórgia, mas negado pela Rússia. Seguidamente houve outros incidentes aéreos, assim como acusações cruzadas de provocações.

Nos últimos anos a zona tem aumentado a sua importância estratégica na rota do transporte energético, rivalizando a Rússia e o ocidente a sua influência na zona (não esquecer que os Estados Unidos da América têm 120 instrutores militares para treinar o exército georgiano. Os Estados Unidos da América afirmaram que não estão implicados no conflito, porém a Geórgia é o terceiro país com mais tropas no Iraque).

A Geórgia, por sua vez, diz que pretende manter a soberania daquela região separatista, visto ser um território internacionalmente reconhecido como da Geórgia.48

Primeiros combateseditar | editar código-fonte

Forças militares russas durante a guerra.

Em Agosto de 2008, a situação destabilizou-se, Tskhinvali, a capital osseta, é palco de intensos tiroteios por parte dos franco-atiradores georgianos, incluindo lança-granadas. Durante a noite de 7 de Agosto para 8 de Agosto de 2008, as forças armadas da Geórgia começaram uma ofensiva, que segundo as autoridades da Ossétia do Sul constitui a declaração de guerra.

Geórgia começou a atacar a capital Tskhinvali, e várias localidades que a rodeiam com sistemas múltiplos de lançamento de foguetes BM-21 "Grad", tanques e aviões de combate. A Ossétia do Sul e Rússia denunciaram uma eventual limpeza étnica. Segundo alguns relatos, os georgianos não teriam deixado actuar as ambulâncias. Um comboio com ajuda humanitária teria sido atacado. A Geórgia mobiliza os seus reservistas e decide convocar mesmo alguns militares que se encontravam estacionados no Iraque.

Reações internacionaiseditar | editar código-fonte

O Conselho de Segurança das Nações Unidas convocado urgentemente pela Rússia não conseguiu chegar a nenhuma declaração.

Os Estados Unidos da América e a União Europeia, entre outros, pedem uma solução pacífica.

Alguns analistas em diplomacia internacional acreditam que este conflito foi planeado/planejado pela Geórgia para poder ingressar na OTAN, já que para ser membro desta organização um estado não pode ter problemas territoriais não solucionados. Segundo estes mesmos especialistas, a Abecásia é o próximo alvo da Geórgia.

A Rússia justificou o envio de blindados sob a alegação de que pretende defender as populações e cidadãos russos da Ossétia do Sul, havendo registos de pelo menos 10 mortos e 30 feridos do lado russo. A Rússia acusou mesmo as forças de paz tropas georgianas de atacarem companheiros russos.

No dia 9 de agosto de 2008, o Conselho de Segurança das Nações Unidas não chegou a acordo para tomar uma decisão. Os Estados Unidos afirmaram em 10 de Agosto que se a Rússia prosseguir a ofensiva na Geórgia, as relações entre os dois países poderão ser afetadas49 Os Estados Unidos afirmaram ainda que irão propor uma resolução ao Conselho de Segurança das Nações Unidas que condena a ofensiva russa propor uma resolução ao Conselho de Segurança da ONU, ainda este domingo, onde vão condenar o «assalto» russo contra a Geórgia.

«Vamos propor uma resolução que torna claro que as acções russas na Geórgia são inaceitáveis para a comunidade internacional e onde vamos condenar este assalto militar», afirmou Richard Grenell, porta-voz da delegação dos EUA na ONU.49 O encarregado de negócios russo nos Estados Unidos da América não tem planos para invadir a Geórgia, mas o que é facto é que já havia informações e relatos de que isso estaria a acontecer.

Situação bélicaeditar | editar código-fonte

No dia 6 de agosto de 2008, o presidente georgiano afirmou ter ordenado um cessar-fogo unilateral, apesar de poucas horas depois se tenham iniciado os combates com o bombardeamento da capital, Tskhinvali quinta-feira (7 de Agosto de 2008). As autoridades da Ossétia do sul afirmaram que os bombardeios de 7 e 8 de Agosto teriam provocado 15 mortos. As autoridades georgianas afirmam que aviões russos bombardearam a 8 de Agosto de 2008 posições georgianas em Gori e Kareli. Fontes georgianas afirmam que em 8 de Agosto de 2008 entraram na capital, apesar de as autoridades da Ossétia do Sul afirmarem exactamente o contrário: ou seja quem controla são elas e não os georgianos.

Fontes georgianas afirmam que aviões russos atacaram a base aérea em Vaziani, nos arredores de Tbilissi, afirmando que a Rússia está a transportar a guerra para o território da Geórgia. A Geórgia entretanto declarou cessar-fogo entre as 11 e 14 horas locais do dia 8 de Agosto de 2008. A Geórgia reclama a intervenção dos Estados Unidos da América.

O Ministro da Reintegração da Geórgia afirmou que as suas tropas controlavam totalmente a cidade de Tskhinvali, a capital, dando um ultimato até às 16 horas do dia 8 de Agosto de 2008 para que os ossetas deponham as armas. As autoridades russas afirmam que a capital foi totalmente destruída pelos georgianos e que há centenas de civis mortos, segundo afirma o líder osseta Eduard Kokoiti.

A Geórgia afirmou, a 10 de Agosto de 2008 que vários locais dentro de seu território e fora do território da Ossétia do Sul foram atacadas por tropas russas, entre eles o próprio Aeroporto Internacional de Tblisi, facto testemunhado por fontes da Reuters, mas rejeitado pela Rússia.carece de fontes?

Tentativa de cessar-fogoeditar | editar código-fonte

No dia 11 de agosto, a Rússia rejeita uma proposta de cessar-fogo feita pela Geórgia e disse também que sequer consideraria um documento pedindo uma trégua neste momento. Segundo informações de forças de paz na Ossétia do Sul, a Geórgia continua a usar força militar e, com isso, não podemos considerar esse documento", disse um porta-voz do Kremlin a jornalistas. 50

Geórgia X Rússiaeditar | editar código-fonte

A Rússia em 26 de agosto de 2008 decide reconhecer as duas regiões separatistas (Ossétia do Sul e Abecásia), causando forte desgaste diplomático principalmente com o Ocidente,51 em represália a isso, a Geórgia rompe relações diplomáticas com Moscou,52 fazendo com que a situação piorasse ainda mais no conflito entre os dois países.

Referências

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  49. a b Conflito na Ossétia pode afetar relações EUA-Rússia, dizem norte-americanos.
  50. Rússia rejeita cessar-fogo oferecido pela Geórgia
  51. Rússia reconhece Ossétia do Sul e Abkházia
  52. Geórgia rompe relações diplomáticas com a Rússia

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