Massacre da Escola Politécnica de Montreal

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Placa em memória às vítimas do Massacre da Escola Politécnica de Montreal.

O Massacre da Escola Politécnica de Montreal ocorreu em 6 de dezembro de 1989, em Montreal. Quebec, Canadá, na Escola Politécnica de Montreal (em francês: École Polytechnique de Montréal), uma faculdade. No total, 14 estudantes do sexo feminino morreram, e 13 foram feridas. É o maior massacre realizado em uma instituição educacional registrado em território canadense.

O massacre foi desferido por Marc Lépine. Lépine, filho de pai imigrante da Argélia, e de mãe franco-canadense, acreditava que mulheres tinham roubado o seu lugar na sociedade, e possuía ódio contra feministas. Nascido com o nome de Gamil Gharbi, Lépine possuiu uma infância problemática, vítima de abuso infantil, em virtude do pai violento e alcóolico. Quando os pais se divorciaram, Lépine mudou seu nome em rebeldia contra o pai. Este acreditava que mulheres somente serviam para servir homens.

No dia do massacre, Lépine entrou em uma classe de engenharia mecânica, onde armado, forçou homens e mulheres a se separarem. Após isto, forçou os homens a se retirarem da classe. Em seguida, expressou seu ódio contra mulheres em geral, abrindo fogo em seguida. Lépine continuou o massacre em outras partes da faculdade, abrindo fogo contra estudantes do sexo feminino.

O massacre chocou profundamente o país. Quebec e Montreal declararam três dias de luto. O Parlamento do Canadá designou em 1991 o dia do massacre, 6 de dezembro, como o "Dia Nacional de Memória e Ação Contra a Violência Contra Mulheres".








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