Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa

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Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa
Comenda da Ordem Nossa Senhora de Vila Viçosa
Instituída em 1818

A Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, de seu nome completo Real Ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa,1 é uma ordem honorífica dinástica portuguesa cujo Grão-Mestre é o Duque de Bragança.

Históriaeditar | editar código-fonte

A ordem foi instituída pelo rei D. João VI, em 6 de Fevereiro de 1818, dia da sua aclamação, no Rio de Janeiro, Brasil. O objectivo do rei, Grão-Mestre da nova Ordem Militar Leiga, era homenagear a padroeira (designada por alvará de 1646), por Portugal ter sobrevivido, como país independente, às guerras napoleónicas que tinham assolado o país e a Europa. Até 1910 foram agraciados com esta ordem várias personalidades, essencialmente oriundas da nobreza e da aristocracia. O governo provisório, em Outubro de 1910, extinguiu-a como ordem militar, embora o rei D. Manuel II no exílio e os Duques de Bragança que lhe sucederam tenham continuado a utilizar as insígnias desta ordem, só recentemente o actual Duque de Bragança a reabilitou a título privado, como ordem dinástica honorífica da família real portuguesa, distinguindo várias personalidades que agracia com o grau de cavaleiros da ordem, na festa de 8 de Dezembro, em Vila Viçosa.

Insígniaeditar | editar código-fonte

A insígnia desta ordem (de banda azul com risca branca ao meio) é constituída por um medalhão coroado, em forma de estrela, com um círculo ao centro onde se lêem as letras AM, com a inscrição Padroeira do Reino. A insígnia foi desenhada por Jean-Baptiste Debret, em 1818.

Grauseditar | editar código-fonte

Os graus em ordem decrescente são:

  1. Grão-Mestre (o Rei)
  2. Grã-Cruz (GCNSC)
  3. Comendador (ComNSC)
  4. Cavaleiro / Dama (CvNSC / DmNSC)
  5. Servente (SNSC)

Agraciadoseditar | editar código-fonte

Referências

  1. "Mercês Honoríficas do Século XX (1900-1910)", Jorge Eduardo de Abreu Pamplona Forjaz, Guarda-Mor, 1.ª Edição, Lisboa, 2012, p. 181

Bibliografiaeditar | editar código-fonte

Ligações externaseditar | editar código-fonte








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