Problemas econômicos do Brasil

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Os fatores que levam o Brasil a ser colocado em posição privilegiada em comparação a outros países refletem características regionais, geográficas, comerciais e de recursos extrativistas e energéticos. Dessa maneira, podemos citar a diversidade de regiões geográficas, a vastidão de espaço, a potencialidade de mercado interno e a variedade de recursos minerais e hidrelétricos.1 . Apesar de todas essas vantagens, o país também enfrenta alguns problemas colossais. Esses problemas exigem superação imediata. Todos os outros problemas estão atrelados a esses contrastes. Trata-se de questões relacionadas à alimentação, educação, saúde, saneamento, habitação e transporte.1

Por muitos anos, o Brasil conviveu com uma alta taxa de inflação. Essa taxa de inflação ampliou os já graves problemas de distribuição de renda.1 Ao mesmo tempo, uma dívida externa batia recordes. Mas isso intimidou a entrada de investimentos no país. Durante toda a década de 1980, o crescimento econômico teve uma redução catastrófica. Isso levou muitos economistas a afirmar que houve crise econômica na época em que o Brasil sofreu um revés financeiro2 . Uma formidável capacidade de reação tem sido mostrada na década de 1990.1 Em 1994, o Plano Real entrou em vigor. O principal objetivo desse plano econômico foi estabilizar a inflação em patamares baixos. Antes disso, diversos planos econômicos tentavam equilibrar a situação interna, o que não surtiu efeito até certo momento.3 Tal medida tomada pelo Plano Real possibilitou o início de reformas estruturais mais profundas. Essas reformas visavam alterar o quadro de abandono em que se encontravam as áreas de saúde, educação e saneamento, principalmente.1

Referências

  1. a b c d e ANTUNES, Celso. Geografia e participação, 1º grau: Regiões do Brasil. São Paulo: Scipione, 1996. 161 p. ISBN 85-262-2737-8
  2. OLIVEIRA, Sanderson C. (26 de fevereiro de 2005). A Crise Financeira dos Anos 80. Mídia Independente. Página visitada em 1º de março de 2010.
  3. Fim da inflação e conquista da estabilidade econômica. UOL Educação. Página visitada em 1º de março de 2010.

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