Raúl Cubas Grau
| Raúl Alberto Cubas Grau | |
|---|---|
| Presidente do |
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| Mandato | 15 de agosto de 1998 - 29 de março de 1999 |
| Antecessor(a) | Juan Carlos Wasmosy |
| Sucessor(a) | Luis Ángel González Macchi |
| Vida | |
| Nascimento | 23 de Agosto de 1943 (69 anos) Assunção, Paraguai |
| Primeira-dama | Mirta Guzinski de Cubas |
| Partido | Partido Colorado |
| Profissão | engenheiro elétrico e político |
Raúl Alberto Cubas Grau (Assunção, Paraguai, 23 de agosto de 1943 — ) é um político e engenheiro paraguaio. Foi presidente de seu país entre 15 de agosto de 1998 a 23 de março de 1999. Renunciou após o assassinato de seu vice-presidente, Luis María Argaña.
Após sua renúncia, Cubas exilou-se no Brasil no dia 29 de março de 1999 e pediu asilo ao governo Fernando Henrique Cardoso, tendo residido em Balneário Camboriú e depois em Curitiba1 . Um dos homens mais ricos de seu país, Cubas era dono da Construtora 14 de Julio, uma das que participaram da construção da hidrelétrica de Itaipu1 .
Em setembro de 2004 sua filha mais velha, Cecilia Cubas Gusinky, com então 30 anos foi sequestrada. Após um mês o grupo de sequestradores parou com os contatos. Em 17 de fevereiro de 2005 seu corpo foi encontrado enterrado em uma casa na cidade de Ñemby, nos arredores de Assunção. O sequestro foi atribuído ao grupo de esquerda Partido Patria Libre2 que teria vínculos com as FARC3 . Dois dos acusados do assassinato, receberam asilo político da Bolívia em 20064 .
Referências editar
| Precedido por Juan Carlos Wasmosy Monti |
Presidente do Paraguai 1998 - 1999 |
Sucedido por Luis Ángel González Macchi |










