Guerra Civil Síria
| Guerra Civil Síria | |||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Parte de Primavera Árabe | |||||||||||
Guerrilheiros do Exército Livre da Síria se deslocando em um caminhão no interior do país. |
|||||||||||
|
|||||||||||
| Participantes do conflito | |||||||||||
(Para ler mais detalhes sobre apoio estrangeiro a oposição, ver aqui) |
(Para ler mais detalhes sobre apoio estrangeiro ao regime sírio, ver aqui) |
||||||||||
| Líderes | |||||||||||
|
|
||||||||||
| Forças | |||||||||||
50 000 – 80 000 combatentes10 52
|
110 000 – 200 000 militares56 57 58 Hezbollah: 1 500 – 5 000 combatentes62 63
|
||||||||||
| Baixas | |||||||||||
~17 187 combatentes mortos ou desaparecidos67 |
17 029 soldados e policiais mortos71 |
||||||||||
| 94 000 78 - 120 000 78 sírios mortos no conflito (segundo o OSDH) 93 000 mortos
|
|||||||||||
Guerra Civil Síria89 (às vezes referida como Revolta Síria ou ainda Revolução Síria90 91 ) é um conflito interno em andamento na Síria, que começou como uma série de grandes protestos populares em 26 de janeiro de 2011 e progrediu para uma violenta revolta armada em 15 de março de 2011, influenciados por outros protestos simultâneos no mundo árabe.92 As manifestações populares por mudanças no governo foram descritas como "sem precedentes".93 Enquanto a oposição alega estar lutando para destituir o presidente Bashar al-Assad do poder para posteriormente instalar uma nova liderança mais democrática no país, o governo sírio diz estar apenas combatendo "terroristas armados que visam desestabilizar o país".94
Foram iniciados como uma mobilização social e midiática, exigindo maior liberdade de imprensa, direitos humanos e uma nova legislação.95 A Síria tem estado em estado de emergência desde 1962, que efetivamente, suspende as proteções constitucionais para a maioria dos cidadãos. Hafez al-Assad esteve no poder por trinta anos, e seu filho, Bashar al-Assad, tem mantido o poder com mão firme nos últimos dez anos. As manifestações públicas começaram em frente ao parlamento sírio e a embaixadas estrangeiras em Damasco.96
Em resposta aos protestos, o governo sírio enviou suas tropas para as cidades revoltosas com o objetivo de encerrar a rebelião.97 O resultado da repressão e dos enfrentamentos com os protestantes acabou sendo de centenas de mortes, a grande maioria de civis.98 Muitos militares se recusaram a obedecer às ordens de suprimir as revoltas e manifestações, e alguns sofreram represálias do governo por isso.99 No fim de 2011, soldados desertores e civis armados da oposição formaram o chamado Exército Livre Sírio para iniciar uma luta convencional contra o Estado. Em 23 de agosto de 2011, a oposição finalmente se uniu em uma única organização representativa formando o chamado Conselho Nacional Sírio.100 A luta armada então se intensificou, assim como as incursões das tropas do governo em áreas controladas por opositores.101 Em 15 de julho de 2012, com grandes combates irrompendo por todo o país, a Cruz Vermelha internacional decidiu classificar o conflito como guerra civil (o termo preciso foi "conflito armado não-internacional") abrindo caminho à aplicação do Direito Humanitário Internacional ao abrigo das convenções de Genebra e à investigação de crimes de guerra.102 103
Segundo informações de ativistas de direitos humanos dentro e fora da Síria, o número de mortos no conflito passa das 90 000 pessoas,79 sendo mais da metade de civis.104 Outras 130 mil pessoas teriam sido detidas pelas forças de segurança do governo.105 Mais de 1 milhão de sírios já teriam buscado refúgio no exterior para fugir dos combates, com quase metade destes tomando abrigo na vizinha Turquia.88
Segundo a ONU, e outras organizações internacionais, crimes de guerra e contra a humanidade vem sendo perpetrados pelo país por ambos os lados de forma desenfreada.106 107 Desde o início da guerra, as forças leais ao governo foram os principais alvos das denúncias, sendo condenadas internacionalmente por incontáveis massacres de civis.108 109 Milícias leais ao presidente Assad e integrantes do exército sírio foram acusadas de perpetrarem vários assassinatos e cometerem inúmeros abusos contra a população.110 Contudo, durante o decorrer das hostilidades, as forças opositoras também passaram a ser acusadas, por organizações de direitos humanos, de crimes de guerra.111
Índice |
Contexto
No momento da revolta, a Síria se encontrava sob estado de emergência desde 1962, sendo assim suspensas as garantias constitucionais que protegiam a população síria. Então o regime instalou um estado policial, suprimindo qualquer manifestação pública que fosse contra o governo. Durante esses anos, distúrbios civis foram fortemente reprimidos, causando centenas de mortes, como no massacre de Hama.112 O governo sírio justificou o estado de emergência, dizendo que a Síria estava em estado de guerra com Israel.
Desde 1963, após um golpe de estado, a Síria é governada pelo Partido Baath.113 Apesar das mudanças de poder no golpe de estado de 1966 e no golpe de 1970, o Partido Baath continua mantendo-se como a única autoridade na Síria,114 através do unipartidarismo.
No último golpe de estado, Hafez al-Assad tomou o poder como presidente, liderando o país por 30 anos e proibindo a criação de partidos de oposição e a participação de qualquer candidato de oposição em uma eleição.
Em 1982, durante um clima de insurgência islâmica em todo o país, que durou seis anos, Hafez al-Assad aplicou a tática da "terra arrasada", sufocando a revolta islâmica da comunidade sunita, incluindo a Irmandade Muçulmana, entre outros.115 Durante essas operações, milhares de pessoas morreram no massacre de Hama.116
O presidente Bashar al-Assad se encontra no poder desde 17 de julho de 2000, sucedendo seu pai, Hafez al-Assad. Seu partido atualmente domina a política síria, incluindo o parlamento. A Frente Nacional Progressista é a única coalizão do parlamento, composto principalmente pelo Partido Baath (134 assentos) e outros nove membros, representando 35 partidos políticos.
Como vários outros países do oriente médio, a Síria sofria com retrações econômicas e altos índices de desemprego que chegava a 25% da população.117 A situação socio-econômica, como a deterioração do padrão de vida, a redução do apoio do governo aos pobres como consequência da adaptação da economia para um mercado aberto, a erosão dos subsídios para bens e agricultura, sem uma indústria estável e índices de desemprego altos entre jovens incitaram o descontentamento popular.118
A situação dos direitos humanos na Síria também era considerada deplorável, conquistando várias críticas de organizações estrangeiras.119 O país ficou sob estado de exceção de 1963 até 2011, o que dava as forças de segurança a autoridade de prender qualquer um que quisessem sem declarar um motivo.120 Movimentos pró-democracia liderados, na maioria das vezes, pela Irmandade Muçulmana, foram mal recepcionados pelo governo que reprimia qualquer manifestação de oposição.120 Todos os partidos políticos foram banidos da Síria, fazendo do partido do governo o único a concorrer nas eleições.121
Em uma entrevista feita em 31 de janeiro de 2011, al-Assad declarou que era tempo de fazer reformas, frente as revoltas de demanda popular que derrubaram governos no Egito, na Tunísia e no Iêmen, e que falou que uma "nova era" estava chegando ao Oriente Médio.122 123 Segundo grupos de oposição, a lentidão ou não cumprimento das promessas de reformas incitaram a população a se manifestar contra o governo em massa. Os primeiros protestos começaram em janeiro e foram reprimidos duramente pelo governo.124 Ainda no mesmo mês, uma manifestação em Ar-Raqqah terminou com dois mortos. Protestos em Al-Hasakah acabaram sendo dispersados pelas forças de segurança leais ao governo e centenas foram presos. A rede de tv árabe Al Jazeera reportou a violência usada pelas forças de al-Assad na repressão e se disse preocupada com o risco de uma insurreição popular nos moldes da Líbia.125 O presidente Assad então afirmou que seu país estaria imune a todos os tipos de protestos em massa como os que ocorreram no Cairo, Egito.126
Oposição síria
Os primeiros grupos de oposição na Síria foram formados em 2005, em protestos contra o regime de Assad. Em 2011, com a implantação de protestos anti-governamentais na Síria, começaram a consolidação de grupos numerosos de oposição. Na formação do Conselho Nacional da Síria (CNS), foi lançado oficialmente na Turquia, em 23 de agosto de 2011. Em outubro, foi formado uma coalizão dos sete principais grupos políticos, que tem 230 membros, alguns sendo sírios da diáspora na França e na Turquia. Em setembro de 2011, foi nomeado o presidente do CNS o analista político Burhan Ghalioun, que vive na França, que rejeita a proposta de intervenção militar estrangeira, mas também pede a "proteção internacional" para a oposição, ao contrário do que aconteceu na Líbia, onde uma zona de exclusão aérea foi implementada, mas em 2012 o CNS pediu um apoio maior das potências estrangeiras, sugerindo uma pequena zona de exclusão sobre o território sírio, proposta esta negada pelo Conselho de Segurança da ONU.127 128 A Irmandade Mulçumana Síria, alguns dissidentes curdos, vários independentes dissidentes sírios e os chamados "Comitês de Coordenação Locais" foram alguns dos principais grupos envolvidos que também se envolveram na organização e coordenação das manifestações contra o governo. Estes argumentam que representam aproximadamente 60% da oposição síria. O Exército pela Libertação da Síria (ELS), comandado pelo coronel Riad al-Asaad, formado por centenas de soldados desertores do exército nacional, foi fundado em 29 de julho de 2011 e passou a ser o braço armado da oposição.129 130
Outro grupo de oposição notório é o Comitê Nacional de Coordenação para Mudança Democrática, que de início fazia oposição e rivalizava com o CNS e com a Irmandade Muçulmana e depois passou a pregar a unidade da oposição, embora segundo o New York Times, "em nenhum lugar na Síria controlado pelos rebeldes há uma força secular de combate".131 132 É constituída por um socialista, marxista e partidos curdos. Formado em setembro, liderado por Hassan Abdul-Azim, tem o objetivo declarado de "derrubar o regime dos Assad." O Comitê Nacional se recusou a participar de negociações com o governo, alegando que as autoridades "estão apenas tentando ganhar tempo para a eliminação da insurreição." Um dos líderes do grupo, Haytham Manna, disse que quem pede a intervenção estrangeira na Síria é "traidor".133 Os Conselhos Locais de Coordenação na Síria, fundado em agosto de 2011, argumentam que os rebeldes estão em toda a Síria, e que se recusam a "intervenção estrangeira e ao sectarismo" e dizem não à violência.134 135
Fim do estado de emergência e intensificação dos protestos
Influênciados pela chamada Primavera Árabe, as primeiras grandes manifestações anti-governo na Síria começaram em meados de março de 2011, acontecendo principalmente nas cidades de Damasco, Alepo e no sul de Daraa, município este onde seriam registrados os primeiros confrontos violentos entre forças de segurança do país e manifestantes.136 Os protestos contra o regime de Bashar al-Assad se intensificaram em abril, forçando as autoridades sírias a enviar tropas do Exército e outras forças de segurança para as ruas do país. Água e eletricidade se tornaram escassas nas cidades sitiadas como Daraa, onde as forças do governo supostamente confiscavam os suprimentos da população.137 Uma situação similar foi relatada na cidade de Homs.138 Em maio, o Exército Sírio também iniciou o cerco as cidades de Baniyas, Hama, Talkalakh, Latakia e Al-Midan, além de vários distritos de Damasco e dezenas de outras cidades pelo país que também foram ocupadas por manifestantes da oposição.139 140
Os protestos em 18 e 19 de março de 2011 foram os maiores que ocorreram na Síria em décadas, tendo as autoridades sírias respondido com violência contra os manifestantes. O Secretário-Geral das Nações Unidas Ban Ki-moon, chamou o uso da força letal de "inaceitável".142 Já a União Europeia, representada por Catherine Ashton, classificou a situação do país como "intolerável" e solicitou que reformas ocorressem na Síria.143
Falando à Assembleia do Povo, em abril, num discurso transmitido pela televisão, o presidente Bashar al-Assad declarou que esperava que o governo levantasse as leis de emergência em vigor há décadas no país, reconhecendo que há um grande buraco entre o governo e o povo, e que o "governo tinha que atender às aspirações populares".142 Em 19 de abril, o governo aprovou um decreto que suspendeu o estado de emergência pela primeira vez em 48 anos.144 Em resposta ao decreto, a Anistia Internacional declarou que "as promessas do presidente Al-Assad soam falsas e que as medidas adotadas são muito fracas em relação às reformas políticas tão necessárias no país".145
Apesar das medidas, a continuação dos confrontos entre os manifestantes e as forças de segurança do governo em Homs, Damasco, Banias, Kiswah e Qamlishi, levou a um banho de sangue no país em 22 de abril, com mais de 70 mortos.146 Segundo a Anistia Internacional, o número de mortos nas manifestações em março foi de 228 pessoas. A Human Rights Watch também exigiu do governo sírio, que permita que os cidadãos do país tenham direito à liberdade de reunião.147
O governo continuou a pressionar a população e em 26 de abril, tanques do exército foram enviados à Deraa, a cidade onde as manifestações começaram na Síria, e tropas abriram fogo contra manifestantes locais, causando pelo menos 35 mortes. Cerca de 500 ativistas foram presos no mesmo dia em todo o país.148 Em maio, o governo dos Estados Unidos, através de uma ordem executiva do presidente Barack Obama, determinou o congelamento de todos os bens e ativos pessoais de Assad e mais seis integrantes do governo sírio no país, assim como a proibição de cidadãos e empresas norte-americanas de fazerem negócios com essas pessoas.149
Em 12 de novembro de 2011 a Liga Árabe decidiu, por 18 votos a favor, 3 contra (Síria, Líbano e Iémen) e uma abstenção (Iraque), suspender a Síria da organização, até que o governo de Damasco botasse um fim à violência contra os manifestantes anti-governamentais.150
Em outubro de 2011, a Rússia e a China usaram o veto para bloquear uma resolução do Conselho de Segurança contra o governo sírio. Em novembro uma agência de notícias síria disse que navios de guerra russos chegaram em águas territoriais da Síria, indicando ser uma mensagem de Moscou para o Ocidente contra qualquer intervenção,151 152 anteriormente em 2010, de acordo com a agência de notícias russa RIA Novosti, a Rússia pretendia ter uma base naval no porto de Tartus na Síria.153
Al-Assad declarou que há uma "conspiração estrangeira" contra o país. O financiamento dos Estados Unidos a oposição, inclusive ocorrendo durante anos, foi revelada pelo Wikileaks em supostos telegramas e assumido pelo governo americano que fazia isto desde 2006.154 O Washington Post divulgou parcialmente esses telegramas. Ainda segundo a mensagem, existe um envolvimento do Movimento pela Justiça e Desenvolvimento (MJD) de exilados em Londres, que teria ligação com a televisão londrina Barada TV transmitida via satélite para a oposição Síria. Acredita-se que esses financiamentos começaram em 2005.155
No fim de 2011, as forças do governo sírio continuaram a reprimir os manifestantes, prendendo centenas de pessoas e deixando milhares de vítimas. A oposição síria relatou casos de estupros, assassinatos e alegou que milhares de civis estavam sendo expulsos de suas casas pelas forças do regime. O governo, por sua vez, negou as acusações.156 Em janeiro, uma pesquisa feita pela You Gov Siraj na Síria, encomendada pelo The Doha Debates, financiada pela Fundação Catar, chegou a conclusão que 55% do povo sírio queria a permanência de Assad no poder por medo de uma guerra civil ou de uma intervenção militar estrangeira no país. Porém, uma porcentagem similar da população demonstrou-se favorável a permanência do presidente no poder desde que ele convocasse eleições livres para o seu cargo. O governo então prometeu eleições, mas a transparência destas foi questionada pelas potências ocidentais e ativistas fora do país.157
No final de fevereiro de 2012, frente ao aumento considerável de protestos e da pressão internacional, o governo sírio anunciou uma nova Constituição (obtendo o pluripartidarismo e sem necessariamente diminuir a permanência no cargo ou o poder do Chefe de Estado). O governo central afirmou que a nova lei só entraria em efeito após as próximas eleições presidenciais marcadas para 2014. O novo artigo 88 determina que o Presidente pode ser eleito por dois mandatos consecutivos de sete anos cada, sem diminuição de sua autoridade. Se reeleito, Assad poderia se garantir no poder por mais 16 anos, no mínimo.158 Aprovada num referendo, onde segundo dados do regime, 57% dos eleitores compareceram e, segundo o governo, o resultado concluiu que 90% foram a favor.159 160 O regime sírio afirmou que o resultado da votação foi "um respaldo às reformas promovidas por Assad" desde o começo da rebelião popular. A oposição e os países ocidentais classificaram o resultado como sendo falso com objetivos de manter Assad no poder.161 Líderes da oposição síria acusaram a votação de ter sido fraudulenta e alegaram que ela "em absoluto não representava o desejo do povo sírio". "A prova (desta falta de apoio) é o número de manifestações que houve ontem à noite, o número de greves e o número de mortos que foi registrado enquanto Bashar enganava seu povo", afirmou Rafif Jouejati, o então porta-voz da oposição.160 Dias após a votação, o governo de Assad voltou a atacar manifestantes e cidades em controle de opositores, matando pelo menos 144 pessoas.162 Segundo um porta-voz da ONU, a prioridade do governo de Assad deveria ser "por fim à violência e só nessas condições pode ter lugar um processo político que responda às aspirações dos cidadãos". A União Europeia também reforçou o pedido de rapidez na transição politica do país e lançou novas sanções contra a nação em resposta a escalada de violência perpetrada pelo governo.158
De acordo com grupos contrários ao regime e com o observatório de direitos humanos da ONU, nenhuma das reformas prometidas por Al-Assad foram implementadas, enquanto o governo prosseguia com a repressão politica.163
Guerra
Repressão e primeiros enfrentamentos
Em resposta a maior intensidade dos protestos, o governo sírio mandou várias unidades do Exército e das Forças Armadas do país para por fim as manifestações e várias cidades foram cercadas e bombardeadas causando muitas mortes.97 98 164 Homs, uma das maiores cidades do país e a maior sob controle da oposição, foi atacada e bombardeada por aviões e artilharia.165 A comunidade internacional e ativistas dos direitos humanos denunciaram a matança indiscriminada de civis e pediram o fim da violência.166 A Liga Árabe fez então uma proposta de paz que foi veementemente negado pelo governo central que alegou que estava lutando contra terroristas e não sufocando protestos.167
De acordo com várias testemunhas, soldados do governo que se recusavam a disparar contra civis eram sumariamente executados pelos próprios oficiais.168 O governo sírio negou as deserções dos seus militares e culpou "grupos armados" pelos problemas.99
No fim de 2011, civis e soldados que desertaram o exército nacional se unificaram para iniciar uma campanha de insurgência organizada contra o Estado. Foi criado então o "Exército Livre da Síria" e os combates então se intensificaram.169 Em fevereiro de 2012 o governo de Bashar al-Assad iniciou uma grande ofensiva contra as cidades controladas por opositores, em especial Homs, que foi bombardeada durante quase três semanas.170
Segundo grupos de ativistas de direitos humanos, no começo de 2012, mais de 11 mil pessoas já haviam morrido na Síria por causa da violência do governo contra os manifestantes e de outras ações armadas,171 com isso mais de 7 mil refugiados teriam fugido para o Libano,172 o governo deste país informou depois de uma reunião com o governo americano que pediu para que protegesse os refugiados da Síria, o então Ministro de Exteriores Adnan Mansour. "Nós não queremos um novo campo de Ashraf, no Líbano", disse Mansour, em uma alusão ao campo de dissidentes iranianos Mujahidin "el-Halk", localizado no Iraque.173
Em 23 de fevereiro, dois jornalistas estrangeiros (um francês e uma americana) foram mortos depois de o prédio onde estavam em Homs ter sido bombardeado por forças do governo.172 A comunidade internacional rapidamente condenou o ocorrido. "Isto é um aviso triste sobre os riscos que os jornalistas correm para informar o mundo do que se passa e dos acontecimentos horríveis na Síria", afirmou o primeiro-ministro britânico David Cameron.174 Pelo menos 24 civis morreram no mesmo episódio de violência.172 O governo sírio negou a responsabilidade pelas mortes e afirmou que os jornalistas em questão entraram ilegalmente no país. O ministério de relações exteriores do país ainda afirmou que pelo menos 200 delegações da imprensa tiveram entrada permitida no país mas não revelou de onde eram ou para quem trabalhavam.175 Em 1 de março, o exército sírio anunciou a conquista do bairro rebelde de Baba Amr, em Homs, após dois dias de combates. Os rebeldes declaram que a retirada das suas posições na área foi um "recuo tático" e se declararam preocupados com um possível massacre na tomada de seu reduto em Homs. No mesmo dia o Conselho Nacional sírio anunciou a criação de um "Gabinete Militar" para unificar a estratégia de luta contra o governo.176 Na tarde do dia 6 de março, o Crescente Vermelho sírio finalmente conseguiu chegar ao bairro de Baba Amir, cujo acesso era impedido pelo governo, fornecendo ajuda humanitária e constatando que a maioria dos moradores se transferiram para outras regiões já visitadas pela sua equipe na cidade de Homs, afirmou o Comitê Internacional da Cruz Vermelha. As autoridades sírias então se reuniram com a enviada da ONU, Valérie Amos, e afirmaram ter encontrado corpos de vários estrangeiros na região, inclusive um corpo de um europeu que teria ajudado os rebeldes, encontrado com documentos de um jornalista espanhol que alegou ter perdido durante o conflito. A agência estatal de notícias síria Sana informou que o Ministério de Relações Estrangeiro do país salientou que as lideranças do governo estavam apenas tentando satisfazer as necessidades dos civis, apesar das "injustas sanções" impostas por alguns países árabes e ocidentais.177 178 Após anunciar estar no controle de Homs, informação esta negada pelos rebeldes e pela Comunidade Internacional, o governo de Damasco lançou novas ofensivas contra outras áreas tomadas por manifestantes opositores.179 180
Segundo a ONU, a intensidade dos protestos, a escalada da violência e o aumento da repressão do governo estavam levando o país para uma guerra civil.181
Em 1 de fevereiro, Riad al-Asaad, comandante do Exército Livre Sírio, alegou que "metade do território do país não estava mais sob controle do regime" e que o acesso as áreas sob a mão do governo não eram mais acessíveis. Ele também afirmou que o moral das tropas de Assad estava baixo. "É por isso que eles estão bombardeando indiscriminadamente, matando homens, mulheres e crianças", disse ele.182
A onda de protestos rapidamente se espalharam pelo mundo, em especial em frente as embaixadas da Síria pelo mundo. Após a oposição síria ter alertado que mais de 200 pessoas teriam sido mortas em um massacre em Homs em 2 de fevereiro de 2012, sírios exilados e cidadãos comuns de outras nacionalidades protestaram no Cairo, cidade do Kuwait e em Londres.183
Tentativas de cessar-fogo e novos embates
Em 10 de fevereiro de 2012 foi reportado um ataque contra o prédio da inteligência militar síria em Alepo, sendo que 28 pessoas morreram no atentado e outras 235 ficaram feridas. O Exército Sírio Livre, através do coronel Arif Hamood, assumiu responsabilidade do ataque ao canal France 24, dizendo que eles usaram tiros de morteiro e de lança-granadas-foguete ao invés de carros bomba como havia sido reportado no início.184 Contudo, outro lider da oposição armada, Riad al-Asaad, negou participação destes no ataque e falou em conspiração feita pelo governo de Assad que teria atacado ele mesmo o prédio para culpar a oposição de assassinato.185 Um jornalista holandês do canal NOS as explicações da oposição para o ataque como improváveis, já que estes já haviam alertado a todos que a inteligência do exército sírio seria alvo de ataques, já que eles seriam alguns dos principais responsáveis pela repressão política no país.186
Em 12 de abril, ambos os lados, o Governo Sírio e os rebeldes armados da Oposição, entraram em um período de cessar-fogo mediado pela ONU.187 Apesar dos planos iniciais de por fim as hostilidades em 10 de abril, o Exército Sírio continuou sua ofensiva em cidades controladas por opositores, em uma tentativa de ganhar mais terreno, e acabaram por acatar o armistício apenas no dia 12.188 Em 15 de abril, ainda havia relatos de bombardeios e combates em Homs, e também foram reportadas várias mortes por toda a Síria, supostamente em repressões das forças do governo contra membros da oposição, apesar das promessas de fim das hostilidades feitas pelo presidente Bashar al-Assad. No dia 16, um grupo de observadores internacionais chegau à Síria para inspecionar como estava a situação do país.189
Em 1 de maio, Hervé Ladsous, Subsecretário-Geral para Operações de Paz das Nações Unidas, disse que ambos os lados estavam violando o acordo de cessar-fogo de 12 de abril. O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, alertou que governo e oposição deveriam cooperar com a proposta de paz.190 191
No dia 19 de maio, em Deir ez-Zor, explodiu uma bomba em um atentado suicida. Matou 9 civis e feriu 100 gravemente. O atentado foi atribuído à Irmandade Muçulmana.192
Em detrimento do acordo de cessar-fogo, os combates no país se intensificaram em maio e no dia 25 desse mês mais de 100 pessoas foram executadas no "Massacre de Houla", perpetrado durante uma ofensiva militar do governo sírio.193 Segundo a ONU, a maior parte das vítimas eram civis que teriam sido sumariamente executado pelas forças de Bashar al-Assad.194 Estes eventos acabaram por colocar a já tensa paz em risco.195 Rupert Colville, porta-voz do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, disse que acredita "que menos de 20 dos 108 assassinatos podem ter sido provocados por disparos de artilharia e tanques. A maioria das vítimas foram executadas de forma sumária em dois incidentes diferentes que foram executados, segundo os moradores, por milicianos favoráveis ao regime".196 O governo, por sua vez, negou responsabilidade e culpou "grupos terroristas" pelo incidente.197 Em 29 de maio, Kofi Annan viajou até à Síria para apelar a ambos os lados e evitar o rompimento total do cessar-fogo.198
Em 30 de maio, o exército rebelde sírio anunciou que eles estavam dando ao presidente Assad 48 horas para se submeter ao plano de paz internacional e por fim a violência. "O prazo acaba na sexta, às 12h00 (hora local), e ai estamos livres de qualquer comprometimento anterior e voltaremos a proteger e defender os civis, suas aldeias e suas cidades", disse um porta-voz das forças militares da oposição.199
Escalada da violência e declarada guerra civil
Logo após o massacre em Houla e o subsequente ultimato rebelde ao governo sírio, o cessar-fogo praticamente entrou em colapso no fim de maio de 2012, com forças do Exército Livre da Síria (ESL) lançando vários ataques contra tropas do governo. Em 1 de junho, o presidente Bashar al-Assad alertou que o país iria "esmagar" a revolta rapidamente, depois de o exército rebelde anunciar que estavam retomando as "operações defensivas".200 Assad então voltou à televisão e declarou que a Síria estava em completo "estado de guerra".201
Em 2 de junho, 57 soldados foram mortos na Síria, o maior número de perdas sofridas pelo governo em um só dia até esse momento.200 Entre 5 e 13 de junho, o Exército Sírio combateu e derrotou as milícias anti-governo na cidade de Latakia, onde foram usados tanques e helicópteros para liquidar as forças opositoras.202
Em 6 de junho de 2012, 78 civis foram mortos no chamado "massacre de Al-Qubair". De acordo com ativistas de direitos humanos, as forças do governo começaram a bombardear o vilarejo com artilharia pesada antes que as milícias pró-Assad, a Shabiha, avançasse.203 Observadores da ONU tentaram entrar no vilarejo para tentar investigar o que havia ocorrido de fato mas foram impedidos pelo governo e depois foram embora ao perceber que haviam combates pela área com vários sons de diversos tiroteios acontecendo.204 205 Enquanto isso, os conflitos avançaram até duas grandes cidades (Damasco e Alepo) que o governo alegava estar tranquila em suas mãos e que sua população era formado por partidários que apenas queriam a manutenção da estabilidade. Em ambas as cidades, intensos protestos de caráter mais pacífico estavam acontecendo. Lojistas da capital entraram então em greve e em Alepo os bairros comerciais também pararam de funcionar mas em escala menor. Isso foi interpretado por especialistas como a indicação de que a histórica aliança nas grandes cidades entre os empresários e o governo tinha finalmente ruído.200
Em 22 de junho, um caça turco F-4 foi derrubado por forças do governo sírio.206 A Síria admitiu ter derrubado o avião, alegando que a aeronave turca voava sobre águas sírias a apenas 1 quilometro da costa quando foi atacado por artilharia antiaérea perto do vilarejo de Om al-Tuyour.207 Em 24 de junho, destroços do jato foram encontrados em águas sírias, mas a tripulação permanecia desaparecida.208 O ministro das relações exteriores da Turquia então declarou que o avião de seu país fora derrubado em águas internacionais logo após ter entrado momentaneamente em espaço sírio, durante um voo para testar o novo sistema de radar turco.209 O presidente Bashar al-Assad mostrou pesar pela situação e alegou estar "arrependido" pela derrubada do avião.210 O governo de Ancara emitiu uma nota oficial dizendo que o ataque não sairia impune e culpou as autoridades em Damasco pela incidente.211 Logo depois, a União Europeia aprovou uma nova e mais dura rodada de sanções econômicas contra a Síria.211
No começo de julho de 2012, Manaf Tlass, um general de brigada da Guarda Republicana, desertou o governo, fazendo dele o mais graduado oficial de alta patente do Exército Sírio a renunciar devido a violência. Diplomatas ocidentais disseram que este foi o golpe mais duro contra Assad e seu círculo interno de ajudantes.212 Nawaf al-Fares, o embaixador sírio no Iraque, que já havia anunciado simpatia pelos movimentos opositores ainda em maio de 2011, renunciou ao cargo e declarou fidelidade a oposição ainda em julho de 2012.211
Em meados de julho, os combates se espalharam pelo país de forma mais violenta. Frente a esses relatos, o Comitê da Cruz Vermelha internacional declarou o conflito uma "guerra civil".102 A luta em Damasco, capital do país, se intensificou devido a uma grande ofensiva rebelde que pretendia dominar a cidade.213
Em 18 de julho, o ministro da defesa sírio, Dawoud Rajha, e o cunhado do presidente, o General Assef Shawkat, foram mortos em um atentado a bomba na capital.214 215 216 O chefe da inteligência do governo, Hisham Bekhityar, também foi ferido na mesma explosão. Tanto o Exército Livre da Síria e o grupo Liwa al-Islam assumiram responsabilidade pelos ataques.217 Já o ministro do interior, Mohammad Ibrahim al-Shaar, também foi ferido no atentado mas seu estado médico não foi confirmado.218 219 Esses ataques foram os primeiros que conseguiram assassinar altos membros do governo de Assad em 17 meses de revolta.215 Em 19 de julho, a cidade de Alepo foi palco de intensos combates entre forças do governo e da oposição, com ambos os lados lutando ferozmente para garantir o controle desta que é o maior centro comercial do país.220
Com a recente escalada na violência, em 19 de julho, o Conselho de Segurança da ONU, pressionado por Estados Unidos e União Europeia, votou uma resolução contra o Regime de Bashar Al-Assad. Contudo, como era esperado, Rússia e China vetaram a resolução e qualquer subsequente sanção contra o governo sírio, evidenciando ainda mais a divisão da comunidade internacional sobre o conflito.221 Russos e chineses, que são os principais aliados da Síria, justificaram o veto alegando que querem ver uma resolução mais igual e que force ambos os lados a parar com a violência.222 No mesmo dia, oficiais do governo iraquiano anunciaram que o Exército Livre da Síria haviam tomado o controle de todos os quatro postos de fronteira entre a Síria e o Iraque, aumentando a preocupação do governo local com seus cidadãos na região fugindo do conflito no país vizinho.223 Nesse mesmo dia, por quase 40 minutos, todas as fronteiras da Síria foram fechadas.224 No dia 21, foi relatado que cerca de 150 combatentes islâmicos supostamente procedentes de vários países árabes, incluindo Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Egito e Tunísia, armados com fuzis de assalto AK-47, lança-foguetes e bombas artesanais, ocuparam um posto de fronteira localizado entre a Síria e Turquia, constatou um fotógrafo da Agence France-Presse (AFP) na região. O governo culpou extremista da Al-Qaeda pelo incidente e relatou a presença de combatentes estrangeiros no país, o que foi negado pela oposição.225 Dois dias depois, a Tv Estatal síria mostrou imagens de cadáveres sendo supostamente de egípcios e jordanianos, e anteriormente tinha sido de supostos líbios e tunisianos.226
Em 25 de julho, várias fontes denunciaram o uso de armamento pesado e até aeronaves de combate pelas forças de Assad contra áreas controladas por opositores armados em Alepo e Damasco, resultando em muitas mortes.228 No começo de agosto, tropas sírias teriam expulsado os combatentes do Exército Livre do distrito de Salaheddin, em Alepo, e aumentaram a intensidade das ofensivas na parte noroeste da cidade de Idlib. A televisão estatal então reportou que soldados do governo haviam frustrado ataques de rebeldes armados contra o aeroporto e uma prisão localizada no centro de Alepo.229 Em 29 de julho, a agência estatal SANA reportou que o governo estava no controle do distrito de Hajar al-Aswad, na capital do país. No mesmo dia, Assad declarou vitória e afirmou que suas tropas controlavam inteiramente a capital, apesar de na periferia, combates esporádicos ainda podiam ser ouvidos.230 231 232 Em Alepo, os combates continuavam com as forças do exército sírio lançando vários contra-ataques encima dos rebeldes armados da oposição.233
Em 7 de agosto, vários residentes e trabalhadores de Yandar, uma área próxima a cidade de Homs, foram massacrados. O jornal SANA, aliada ao governo de Damasco, acusou o Exército Livre sírio pelo massacre, o que foi negado pela oposição. O número de mortos ainda é incerto. No dia seguinte, em Alepo, rebeldes atacaram um importante centro da polícia na cidade mas foram repelidos por militares leais a al-Assad.234
Em 25 de agosto, na cidade de Darayya, cerca de 400 pessoas foram mortas em um suposto ataque das forças do governo sírio.235 236 A milícia Shabiha, leal ao presidente Bashar al-Assad, foi a principal acusada de ter cometido os assassinatos. Alguns civis, contudo, acusaram as forças do Exército Livre da Síria de algumas das mortes.235 237 Desde a intensificação do conflito para uma guerra civil e do aumento das ofensivas militares da oposição, as forças rebeldes foram acusadas de perpetrarem abusos contra civis simpatizantes do governo e soldados que se renderam.237 238 239 240 Em Damasco, valas comuns contendo pelo menos 270 corpos foram encontrados na periferia da cidade. Mais uma vez, as milícias Shabihas foram acusadas de serem os autores do massacre. Em meados de setembro, um parente do presidente Assad, que era um oficial da Força Aérea Síria, anunciou que havia mudado de lado para a oposição.241 Esta foi a primeira deserção de um parente de al-Assad durante o conflito.241
Em 18 de setembro, forças rebeldes reportaram que estavam no controle do norte da região de Ar-Raqqah, na fronteira entre a Síria e a Turquia. Junto com outros postos de controle em poder da oposição com aquele país e também na fronteira com o Iraque, os rebeldes conquistaram uma importante vitória estratégica e logística, permitindo com mais facilidade a entrada de suprimentos ao país.242
Em 3 de outubro de 2012, tiros de artilharia pesada vindos da Síria atingiram a cidade de Akçakale na Turquia e cinco cidadãos daquele país foram mortos.243 Em resposta, a Turquia bombardeou alvos militares em território sírio, marcando a primeira intervenção estrangeira direta no conflito.244 O governo turco recorreu a OTAN, que por sua vez condenou a morte de civis no suposto ataque Sírio ao país vizinho.245 Eles também pediram que o governo sírio cesse todas as operações militares agressivas contra seus vizinhos e contra a população.245 Esta foi a ação militar mais violenta na fronteira durante toda a guerra civil e a primeira a provocar uma resposta letal estrangeira.246 O regime sírio, por sua vez, respondeu que está investigando o incidente e expressou condolências as vítimas.247 Nesse mesmo dia, foi registrado vários ataques suicidas em Alepo, onde uma batalha decisiva se desenrola, provocando dezenas de mortes e deixando mais de uma centena de civis feridos.248 O grupo Jebhat al-Nusra, ligado a Al Qaeda, assumiu a autoria dos ataques.248
Ofensivas rebeldes
Em 10 de outubro, forças rebeldes assumiram o controle de Maarat al-Numan, um local estratégico em Idlib, que contém estradas importantes que fazem ligação entre as cidades de Damasco e Alepo.249 No fim do mês, fortes bombardeios de aviões do governo sírio forçaram o recuo das forças rebeldes.250 Apesar do retrocesso, pesados combates continuam pelo distrito com o número de mortos crescendo em ambos os lados.251 252 Neste meio tempo, as forças armadas da Síria iniciaram sua maior ofensiva militar para tomar por completo a cidade de Homs, um dos principais redutos da oposição.253 A ofensiva acabou terminando em outro impasse estratégico com nenhum dos lados conseguindo dar o golpe decisivo no outro.254
No dia 25 de outubro, o governo sírio, a pedido da ONU, propôs um fim nas operações militares entre os dias 26 e 29, devido ao festival muçulmano do Eid al-Adha. Alguns grupos rebeldes, contudo, anunciaram que não respeitariam a proposta. Durante as festividades, combates irromperam por toda a Síria, e as Nações Unidas denunciaram que ambos os lados estavam violando o cessar-fogo proposto.255 256 No dia 26 de outubro, cerca de 70 pessoas morreram em um atentado a bomba na capital Damasco.256 A TV estatal do governo acusou "grupos terroristas" ligados aos rebeldes pelo atentado, informação negada pelo Exército Livre da Síria, que está a frente da luta armada para derrubar Bashar al-Assad.256 Ativistas da oposição afirmaram que o carro-bomba explodiu perto de um playground infantil construído para o feriado do Eid al-Adha, no distrito de Daf al-Shok, no sul da capital.256 Em 31 de outubro, o general Abdullah Mahmud al-Khalidi, um oficial da força aérea síria descrito como um dos mais hábeis aviadores do país, foi assassinado em Damasco, no distrito de Rukn al-Din, por um grupo de opositores armados.257
Em 3 de novembro, numa continuação da contraofensiva rebelde em Idlib, uma base aérea e um aeroporto militar foram atacados por opositores ao regime sírio. Prédios do governo também foram atacados em Damasco, causando a morte de 21 soldados que faziam a segurança do local. Em Duma, próxima a capital, uma delegacia e um hospital também foram tomados por opositores.258 A notícia destas vitórias também vieram acompanhadas de relatos de abuso de direitos humanos cometidos por parte da oposição.259 260 Um vídeo divulgado na imprensa mundial mostra uma suposta execução de soldados leais ao governo cometido por combatentes rebeldes.258 Ao grito de "cães shabihas de Assad", em referência aos milicianos partidários do regime do presidente Bashar al-Assad conhecidos por cometerem diversas atrocidades contra civis, os guerrilheiros executaram vários membros das forças de segurança do governo em uma base militar não identificada.258 A ONU então exigiu que a denúncia fosse investigada e apelou para que ambos os lados respeitassem as leis internacionais humanitárias.258 Nesse meio tempo, a liderança da oposição, reunida em Amã, capital da Jordânia, voltou a descartar qualquer proposta de paz que mantivesse o presidente Assad no poder e exigiu a renúncia do ditador como único meio de acabar com a violência.261 O governo, por sua vez, em uma nota emitida por meio de um jornal estatal, anunciou que não negociará diretamente com o Conselho Nacional Sírio, definindo-os como "um grupo de mercenários".261
Em meio ao término das novas rodadas de negociações pela paz no país, os rebeldes conquistaram várias vitórias no norte da Síria. Eles assumiram o controle de Saraqeb, na província de Idlib, dando-lhes o controle de uma importante rodovia que leva a cidade de Alepo, que ainda é assolada por violentos combates.262 Em 3 de novembro, rebeldes lançaram ataques a base aérea de Taftanaz, de onde partiam aeronaves militares do governo para bombardear posições sob domínio das forças opositoras ao regime.263 No dia 6, sete generais sírios chegaram a Turquia para anunciar que estavam se juntando a oposição, segundo a mídia daquele país.264
Em 18 de novembro, as forças da oposição tomaram o controle de uma das maiores bases militares no norte da Síria, a Base 46, nos arredores de Alepo, após semanas de intensas lutas contra as forças do governo. O general desertor, Mohammed Ahmed al-Faj, que comandou as tropas rebeldes, saudou a tomada da base como "uma das nossas maiores vitórias desde o começo da “revolução” para derrubar o presidente Bashar al-Assad". A oposição alegou ter matado, pelo menos, 300 militares do governo e ter capturado outros 60 homens. Também foram apreendidos muitas armas e veículos de combate.265
Em dezembro, apesar do aumento da intensidade dos ataques do governo no sul do país, os rebeldes avançaram em diversas frentes, como na capital Damasco.266 267 Em 16 de dezembro, a cidade de Hama foi atacada por militares da oposição, que alegaram ter tomado boa parte da cidade e expulsado as forças do governo da região.268 No dia 19, um líder rebelde disse que "dois-terços da zona rural de Hama está sobre controle da oposição".269 No dia 25 de dezembro, tropas rebeldes tomaram, após semanas de luta, o município de Harem, na província de Idlib, na fronteira turca. Nesse mesmo dia, o major-general Abdulaziz al-Sallal, chefe da polícia militar síria, desertou o governo. Al-Sallal foi o oficial de mais alta patente a desertar o regime desde a deserção do também major-general Adnan Sillue, que era chefe do departamento de armas químicas sírio.270
No começo de janeiro de 2013, milícias islâmicas, incluindo a Jabhat al-Nusra, tomaram a base aérea de Taftanaz, no norte de Idlib, após semanas de luta. A base militar, uma das maiores no norte do país, era usado pelas forças do governo como base para lançar ataques de helicópteros e entraga de suprimentos as linhas de frente na região.271 Ainda em janeiro, rebeldes islâmicos e militantes curdos trocaram tiros na cidade de Ras al-Ain, intensificando as tensões étnicas na região.272
Guerra de atrito
No inicio de fevereiro, combates violentos continuaram a imperar no norte do país e na capital.273 Forças rebeldes, formadas por islamitas, tomaram a cidade de Al-Thawrah, na província de Raqqa, perto de uma das maiores usinas hidrelétricas do país.274 275 No dia seguinte, forças da oposição tomaram a base aérea de Jarrah, que fica a 60 km de Alepo.276 Em 14 de fevereiro, foi a vez da cidade de Shadadeh cair em mãos das milícias da Jabhat al-Nusra, perto da fronteira com o Iraque.277 O governo central sírio respondeu com pesadas ofensivas na região centro-norte da Síria.278 Ao menos 30 rebeldes e mais de 100 soldados do governo teriam morrido nos ataques.278 Em 14 de fevereiro, rebeldes anti-Assad afirmaram ter matado, em solo sírio, um alto comandante da Guarda Revolucionária iraniana.279 O governo de Teerã é um dos principais aliados do ditador sírio.279
Em 20 de fevereiro, um carro-bomba foi detonado no meio do bairro de Mazraa, em Damasco, capital do país, perto do escritório central do Partido Ba'ath, que governa a Síria. Segundo informações, pelo menos 53 pessoas teriam morrido e outras 235 foram feridas, fazendo deste o maior atentado da guerra.280 Nenhum grupo clamou a autoria do ataque, porém a TV estatal síria culpou o grupo Jabhat al-Nusra, ligado a oposição, pela explosão. Já a Coalizão Nacional Síria culpou as forças de segurança de Assad pelo ocorrido. Tanto o governo, quando a oposição e vários países ocidentais, como os Estados Unidos, condenaram o ataque.281
Em 3 de março de 2013, mais de 200 pessoas (incluindo pelo menos 120 soldados e policiais das forças de segurança do governo) foram mortos em combates no complexo de Khan al-Assal, fazendo deste um dos dias mais sangrentos da guerra.282 Outros 34 soldados do regime teriam sido mortos em combate no mesmo dia, de acordo com o Observatório Sírio dos Direitos Humanos.282 O governo respondeu assumindo o controle de várias estradas importantes que fazem a conexão ao aeroporto internacional de Alepo.283 A cidade de Raqqa, no nordeste do país, até então pacifica, também passou a ser palco de intensos tiroteios entre forças contrárias e leais ao governo Assad.283 Em 6 de março, a cidade oficialmente caiu, fazendo de Raqqa a primeira capital de uma província na Síria a ser inteiramente tomada pela oposição.284 Segundo informações de locais, a população da cidade saiu as ruas e, em êxtase, derrubaram um enorme pôster do presidente Assad e ainda derrubaram uma enorme estátua erguida em honra de seu pai, Hafez Assad, no centro da cidade. Dois oficiais de alta patente do governo também teriam sido capturados.285
No dia 15 de março, quando a revolta armada na Síria fez dois anos, milhares de pessoas foram as ruas do país gritando slogans de apoio a oposição e pedindo a renúncia do presidente Bashar al-Assad.286 Um dia antes, tinha sido registrado uma manifestação pró-governo no bairro de Midan, em Alepo, que fora tomado militarmente pelo regime sírio no final de 2012.287 288 Enquanto isso, combates se intensificaram em todo o país, em especial nas cidades de Homs e Alepo.286 Ainda no dia 15, o ministério sírio das relações exteriores divulgou uma nota afirmando que poderia lançar ataques contra o vizinho Líbano, mirando opositores que tomaram refúgio por lá. Segundo o ministério, "grupos armados" usam o território libanês para se infiltrar na Síria a fim de combater ao lado dos rebeldes.289 Em 18 de março, três dias depois, a aviação síria bombardeou a fronteira libanesa.290 Os ataques miraram posições rebeldes no vale de Wadi al-Khayl, na fronteira entre os dois países, e não houve mortes reportadas.290 O governo sírio não assumiu a autoria do ataque.291
Ofensivas do governo sírio (abril - presente)
Entre janeiro e março de 2013, uma série de atentados à bomba, muitos atribuídos a organização Jabhat al-Nusra, aconteceram por todo o território sírio. Em 21 de março, em mais um desses ataques, cerca de 41 pessoas foram mortas numa explosão em uma mesquita sunita na capital Damasco. Entre os mortos, encontrava-se o xeique Mohammed al-Buti, que era conhecido por seus discursos pró-Assad. O atentado, classificado como terrorista, recebeu condenações de dentro e fora do país.292 Em abril, os combates se intensificaram nos grandes centros urbanos do país, como na capital Damasco, onde 70 pessoas morraram em violentos tiroteios no dia 20.293 Os rebeldes então tomaram de assalto a cidade de Da'el e também avançaram em Daraa. O governo respondeu com contra-ofensivas em Wadi al-Deif, na província de Idlib, e também em Alepo e Homs. No sul, as forças armadas do regime avançaram no vilarejo de Abel e também reconquistaram a cidade de Saqraja, flanqueando o município de Qusair, uma importante cidade na fronteira libanesa, que ainda está em mãos de combatentes da oposição.294 Em 21 de abril, a cidade de Yodeda al Fadl, situada na periferia de Damasco, foi tomada por militares sírios numa orperação que supostamente terminou com mais de 500 pessoas mortas (a maioria vítimas de bombardeios aéreos).295 E em meados de abril, o governo tomou a cidade de Otaiba, cortando uma importante rota de suprimentos dos rebeldes.296
No dia 8 de maio, militares sírios tomaram a estratégica cidade de Khirbet Ghazaleh na fronteira jordaniana. Segundo informações, mais de mil militantes da oposição armada foram forçados a recuar da região devido a falta de munição, o que também os levou a se retirar de outras áreas nas proximidades. A tomada desta cidade permitiu ao governo reabrir uma rota de suprimentos para o município de Daraa.297 No dia 19 de maio, tropas do exército sírio, com o apoio de guerrilheiros do Hezbollah, iniciaram uma grande ofensiva contra o município de Qusayr, que é uma importante base estratégica dos rebeldes, e relataram ter tomado vários vilarejos que cercam a cidade.298 Segundo fontes da rede de tv árabe Al Jazira, forças leais ao regime já tinham tomado o controle de boa parte da cidade ao término do segundo dia de lutas.299 No começo de junho, o governo já tinha feito progressos consideráveis em al-Qusayr, controlando mais de dois terços da cidade e boa parte das vilas vizinhas.300 Contudo, a batalha continuava se arrastando enquanto forças rebeldes lutavam para manter o pouco terreno que ainda controlavam na região. A situação humanitária naquela parte do país foi descrita pela ONU como "deplorável".301 Entre os dias 1 e 2 de junho, os combates se intensificaram no distrito de Hama e, após violentos tiroteios, as tropas do regime de Assad conseguiram recapturar alguns vilarejos, de maioria alauita, na região.302 Em 3 de junho, o exército sírio assumiu o controle do distrito de Jobar, em Damasco, e conseguiu tomar boa parte da capital do país, encurralando os rebeldes em quatro bairros na periferia da cidade. Essa vitória comprometeu a principal ofensiva armada da oposição contra Damasco, que havia começado em fevereiro, sendo a terceira desde o início da guerra a dois anos.303
Em 5 de junho de 2013, o governo sírio anunciou que assumira o total controle da estratégica cidade de Al-Qusayr, na fronteira com o Líbano, após duas semanas de violentos combates.304 A luta continuava em regiões vizinhas mas, segundo analistas, esta poderia ser uma das mais importantes vitórias das forças do regime em toda a guerra.304 Em 8 de junho, com a conquista dos distritos de Dabaa e Buwaydah por tropas do governo e por militantes do Hezbollah, toda a região de Qusayr e da fronteira sírio-libanesa passou a ser oficialmente controlada pelo regime, após os últimos combatentes rebeldes na área terem batido em retirada.305
Após a vitória em Qusayr, o exército sírio anunciou o início da chamada "Operação Tempestade do Norte", que seria uma grande operação militar com o objetivo de recuperar territórios no noroeste do país, em especial na região de Alepo, o maior centro comercial da Síria.306 307 As forças do governo também teriam iniciado, no dia 12 de junho, uma nova ofensiva para conquistar os últimos bairros na cidade de Homs que ainda são controlados por militantes da oposição. Segundo ativistas do OSDH, violentos combates estavam sendo travados e a região estava sendo bombardeada incessantemente.308 Em 17 de junho, uma enorme explosão foi registrada no centro de Damasco. O atentado, atribuído a militantes radicais da oposição, teria ocorrido perto de uma instalação militar e terminou com a morte de 10 soldados.309 Enquanto isso, combates intensos continuavam a acontecer no norte do país, enquanto tropas do governo faziam uma pesada ofensiva na região.309 A cidade de Alepo, em especial, voltou a ser alvo de diversos bombardeios da aviação militar síria.309
Incidentes internacionais
Incidentes com a Turquia
Incidentes com o Líbano
A guerra civil síria se alastrou para o Líbano, levando a incidentes de violência sectária no norte do Líbano entre partidários e opositores do governo sírio, e confrontos armados entre sunitas e alauitas em Trípoli.310
Em 17 de setembro de 2012, caças-bombardeiros sírios dispararam três mísseis ao longo da fronteira em território libanês próximo de Arsal. Foi sugerido que os jatos estavam perseguindo rebeldes nos arredores. O ataque levou o presidente libanês, Michel Sleiman a iniciar uma investigação, embora não responsabilizasse publicamente a Síria pelo incidente.311
Em 19 de outubro, um carro-bomba explodiu no centro de Beirute, matando um oficial de segurança máxima do Líbano, Wissam al-Hassan. Pelo menos outros sete foram mortos e, talvez, 80 ficaram feridos na explosão.312 Após esse atentado, confrontos se intensificaram nas cidades de Trípoli e Beirute.313 Em 2013, hovue um considerável aumento da violência sectária na região, entre xiitas e sunitas, que tem se espalhado pelas cidades de fronteira. Enquanto militantes da oposição realizam pequenas incursões dentro do Líbano para fins táticos ou como retaliação a participação do Hezbollah na guerra, o governo sírio também vem conduzindo bombardeios com mísseis e aeronaves contra o território libanês, a fim de enfraquecer os rebeldes que tomaram refugio na região.314
Incidentes com a Jordânia
Em 21 de outubro de 2012, na fronteira entre a Síria e a Jordânia, ocorreu um incidente entre os soldados do Exército da Jordânia e o grupo islâmico Takfir wal-Hijra, com resultados de um soldado jordaniano morto e 10 islamitas presos.315 316
Incidentes com Israel
Em 10 de novembro de 2012, os rebeldes sírios tomaram quase todos os vilarejos perto da fronteira com as Colinas de Golã, onde houve combates na área que fizeram com que Israel lançasse ataques de retaliação contra a Síria em duas ocasiões, depois que projéteis de morteiros aparentemente perdidos caíram em território sob o controle de Israel.317
No dia 30 de janeiro de 2013, caças israelenses atacaram um comboio de veículos na fronteira sírio-libanesa, alegando que estes veículos carregavam armas sendo contrabandeadas pela milícia Hezbollah. Israel afirmou que estes carregamentos continham, entre outros equipamentos, mísseis SA-17, de fabricação russa, e outros tipos de lançadores de foguetes, que poderiam ser supostamente usados contra Israel no futuro.318 Em 4 de março, uma instalação militar síria (que continha equipamentos, armas e munição) teria sido atacada pela aviação israelense.319 No dia seguinte, um centro de pesquisas e um depósito de armas (que supostamente continha mísseis iranianos de longo alcance) na capital Damasco foram atacados por caças F-15 de Israel.320 321 O ataque recebeu duras críticas e condenações de líderes de países muçulmanos. Dentro da Síria, tanto o regime de Assad como a oposição também condenaram a ação israelense.322
Reações internacionais
Em 23 de janeiro de 2012, a Síria anunciou que rejeitava proposta da Liga Árabe para que al-Assad se afaste do cargo e que seja criado um governo de unidade nacional dentro de dois meses.323 No dia seguinte, um ministro sírio chama o relatório referente ao documento emitido, no qual a Liga Árabe pediu a renúncia do presidente Bashar al-Assad, de "conspiração".324 No relatório, feito entre 24 de dezembro de 2011 a 18 de janeiro de 2012 foi reportado que "não há nenhum tipo de repressão letal organizada pelo governo sírio contra manifestantes pacíficos". Em vez disso, o relatório denuncia as muitas gangues armadas como responsáveis pela morte de centenas de civis e de mais de mil soldados do exército sírio, em atentados organizados e letais (explosões de ônibus de transporte de civis, ataques a bomba contra trens carregados de óleo diesel, ataques a bomba contra ônibus de transporte de policiais e ataques a bomba contra pontes e oleodutos).325 Esta conclusão foi amplamente criticada dentro e fora do mundo árabe. O Conselho Nacional sírio considerou o relatório sobre o trabalho dos observadores como "um passo atrás nos esforços da Liga e não reflete a realidade vista pelos observadores no terreno".326 Segundo o governo sírio, os ataques no país são cometidos por terroristas.327 328 329 330 Porém, observadores internacionais e analistas voltaram a denunciar a matança indiscriminada de civis por parte das forças do governo.331
A Liga Árabe,332 a União Europeia,333 as Nações Unidas334 e vários governos ocidentais condenaram a violência no país e a repressão do regime sírio, apoiando o direito de liberdade de expressão do povo.335 336 Vários governos ocidentais, em especial os Estados Unidos e membros da União Europeia, impuseram pesadas sanções econômicas unilaterais contra a Síria em um esforço para enfraquecer o governo de Damasco.337 338 339 340 O efeito deste embargo financeiro das potências é inconclusivo, com países como Irã doando bilhões de dólares ao governo sírio.341 342 China e Rússia também demonstraram apoio financeiro ao governo de Bashar al-Assad e se posicionam oficialmente contra qualquer tipo de imposição de sanções internacionais ao país.343 A Rússia, que tem uma base naval militar na Síria, condenou o uso de violência pela oposição e falou que há "terroristas" entre os manifestantes.344
Um dos principais apoios a Síria veio da Rússia. Segundo Mikhail Bogdanov, vice-ministro das Relações Exteriores, "o país, em contraste com os nossos parceiros ocidentais e árabes não vamos impor quaisquer sanções unilaterais, o que pode afetar adversamente a situação social e humanitária na Síria". "Nós não vamos estar envolvidos, no entanto, vamos continuar a desenvolver os laços econômicos com a Síria, incluindo no domínio do fornecimento de petróleo e outras necessidades essenciais", completou Bogdanov. Logo em seguida foi denunciado que o Catar e os britânicos teriam forças especiais na Síria, segundo o jornal DEBKA. Os governos destes países negaram a informação.345 346 347 O porta voz do Ministério das Relações Exteriores russo, Alexander Lukashevich, contestou as informações que são obtidas pelo Observatório sírio de Direitos Humanos" e classificou as informações como "não confiáveis" e "tendenciosas".348
Em 29 de fevereiro de 2012, a agência estatal de notícias síria (SANA), informou que um repórter do Telegraph entrevistou um suposto funcionário do Exército Livre Sírio alegando ter recebido armas a partir de fontes norte-americanas e francesas mostrado em um vídeo.349 Nenhuma fonte independente confirmou a informação e os rebeldes não comentaram.350 A presença de jornalistas estrangeiros na Síria é proibida pelo governo, assim como a de observadores externos.351
Também em apoio ao governo sírio, a China acusou os países ocidentais de instigarem uma guerra civil na Síria. Pouco depois, dois navios de guerra iranianos aportaram na base naval de Tartus para uma missão de "formação" da marinha síria, mas eles posteriormente retornaram ao seu país de origem sem completar sua missão, de acordo com a cadeia de televisão iraniana Irinn, país aliado ao regime de Assad.352 353
Envolvimento estrangeiro
Apoio a oposição
O conflito sírio é interpretado como parte de uma "guerra por procuração" entre Estados sunitas, como a Arábia Saudita, Turquia e Catar, apoiando a oposição de maioria sunita, e outros países como Irã e o movimento político do Hezbollah no Líbano, que apoiam o governo alauita sírio.354 355
O governo da Turquia é o que fornece maior apoio direto aos dissidentes sírios, sendo que boa parte dos mais de 500 mil refugiados gerados pelo conflito encontraram refúgio no território turco.356 Muitos opositores sírios usaram a cidade de Istambul como centro para comandar a luta pela mudança de regime no seu país,357 e a Turquia também refugiou o líder do Exército Livre da Síria, o coronel Riad al-Asaad.358 359 O governo turco, durante o conflito, aumentou sistematicamente a hostilidade contra o governo de Assad. Em maio de 2012, combatentes da oposição começaram a ser treinados pela Agência de Inteligência Turca.360 Os turcos, e vários países árabes e ocidentais, vem auxiliando os rebeldes com armamento pesado desde o início da guerra.361
Alguns países cortaram relações com o governo de Bashar al-Assad logo no começo das hostilidades, como os Estados do Golfo, a Líbia, Tunísia, Reino Unido, Espanha, Turquia, Estados Unidos e Bélgica.362 363 364 Canadá parou de emitir passaportes para a Síria mas manteve sua embaixada em Damasco.365 Em 1 de novembro de 2011, a OTAN disse que não tinha intenções de intervir militarmente na Síria, logo após uma longa campanha de 7 meses na Líbia.366 Em julho de 2012, os Estados Unidos concederam créditos e fundos para um grupo chamado "Syrian Support Group", dando-lhes liberdade para financiar a oposição armada síria.367 Outro apoio crucial veio da Arábia Saudita e do Catar que anunciaram estar abertamente armando e financiando a oposição.368 369 370 371
De acordo com um homem ligado a Bashar al-Assad em uma entrevista uma agência de noticias Anna da Abecásia, antigos membro do Exército de Libertação do Kosovo estão lutando na Síria ao lado dos opositores. Ele disse que o Exército Sírio de Assad matou 400 rebeldes no país, incluindo kosovos.372 Grupos terroristas como a Al-Qaeda também contribuem para a luta em nome da oposição armada. Oficiais americanos acreditam que membros da Al-Qaeda no Iraque tem conduzido ataques a bomba contra alvos do governo sírio,373 e que o líder da organização, Ayman al-Zawahiri, condenou o governo de Assad.374 Militantes islâmicos jihadista, vindos de diversos países, também foram a Síria para lutar pela oposição.375
Em agosto de 2012, a missão da ONU na Síria constatou que os rebeldes combatiam o governo com tanques e armas pesadas em Alepo, considerada a batalha decisiva.376 377 Turquia e os Estados Unidos supostamente estudaram estabelecer zonas de exclusão aérea na Síria, com o objetivo de ajudar os grupos rebeldes sírios em áreas que estes alegavam está em seu controle.378
Em 11 de novembro de 2012, em meio a escalada de violência, em Doha, o chamado Conselho Nacional e outros grupos de oposição se juntaram para formar a "Coalizão Nacional Síria da Oposição e das Forças Revolucionárias", unificando assim a maioria dos grupos anti-Assad.379 380 Nos dias que se passaram, muitos Estados árabes do golfo e várias potências ocidentais reconheceram a nova coalizão como legítimos representantes do povo sírio.108 Entre os delegados que compõem o novo conselho, estão mulheres e representantes de minorias étnicas e religiosas, como os alauitas. Já o conselho militar é formado por lideranças do Exército Livre da Síria.381 Em 25 de março de 2013, a Coalizão Nacional Síria ganhou oficialmente um assento no plenário da Liga Árabe, organização que apoia os rebeldes sírios desde o início do conflito. A medida seria uma forma de legitimar, perante a comunidade internacional, a posição da Coalizão de Oposição.382
No começo de 2013, uma nova onda de armas teria sido enviada as forças rebeldes através da parte sul da fronteira jordaniana. Estes armamentos incluiriam fuzis de assalto, armas antitanque M-79, rifles e canhões, como o modelo M-60. Anteriormente, o fluxo do tráfico de armas para a Síria era feito pela fronteira norte da Turquia. Contudo, muita dessas armas acabavam parando em mãos de rebeldes islamitas. O objetivo da nova estratégia seria "fortalecer as forças rebeldes moderadas" e trazer a luta para o interior do país, próxima a capital.383
Em 6 de março de 2013, a Liga Árabe deu aos seus países membros o "sinal verde" para armar rebeldes sírios.384 Reino Unido e França também anunciaram que poderiam tomar atitude similar, fornecendo armamento pesado para a oposição.385 Ainda em março, uma fonte do departamento de segurança da Jordânia revelou que os serviços de inteligência dos Estados Unidos, da Inglaterra e da França estariam treinando combatentes rebeldes em território jordaniano.386 387 Em 27 de maio de 2013, a União Europeia votou por suspender o embargo de armas para as forças da oposição ao regime de Bashar al-Assad.388
Em 14 de junho de 2013, o vice-conselheiro de segurança da Casa Branca, Ben Rhodes, anunciou que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, autorizou um aumento na "ajuda militar" ao Exército Livre da Síria.389 Esta noticia veio após os serviços de inteligência ocidentais alegarem terem provas contundentes que o governo Assad usou armas químicas em combate, algo que o presidente americano afirmou que "não seria tolerado".390 O governo sírio sempre negou usar tais armamentos mas já acusou a oposição de ter feito uso de compostos tóxicos em batalha contra militantes do regime.389 Então o secretário de defesa americano Chuck Hagel confirmou que os Estados Unidos iriam apenas fornecer armamentos leves, suprimentos e munição para as forças da oposição e que a CIA iria se dispor a treinar os rebeldes sírios, mas negou que houvesse planos para criar uma zona de exclusão aérea na região. Ao mesmo tempo, os americanos reforçaram sua presença militar na Jordânia, vizinha da Síria, enviando um esquadrão de aviões de combate e um contingente de fuzileiros navais.391 O governo russo, aliado da Síria, descartou a alegação americana que o regime Assad usou armas químicas e disse que tais alegações "não eram convincentes ou factuais". 392
Apoio ao governo Assad
Em janeiro de 2012, a Human Rights Watch criticou a Rússia, principal apoiadora de Bashar al-Assad, por "repetir os mesmos erros dos países ocidentais" ao apoiar "disfarçadamente" o lado que simpatiza.393 A Anistia Internacional, notando que o governo sírio utiliza armas pesadas e até aeronaves de combate para atacar opositores, criticou os russos por ter "um desleixo arbitrário pela humanidade."394 Novamente, a Human Rights Watch alertou que a companhia russa de armas, a Rosoboronexport, "enviar armas a Síria enquanto crimes de guerra são cometidos pode ser interpretado como cumplicismo destes crimes", e convocou empresas internacionais a cortar relações com empresas russas envolvidas com o conflito.395 396 Pouco tempo depois, contudo, os Estados Unidos compraram alguns helicópteros Mi-17 da Rosoboronexport pelo valor de milhões de dólares.397 Um dos principais interesses da Rússia no conflito é a manutenção da base naval no porto de Tartus, que Moscou considera essencial para a manutenção da influência do país no mediterrâneo.398 399 Em apoio ao regime sírio, o governo russo teria enviado enormes quantidades de armas pesadas e até helicópteros de combate para suprir as forças do ditador Bashar al-Assad.400 A Rússia confirmou no dia 6 de junho o envio de caças MiG-29 e MiG-31 e baterias antiaéreas S-300 para a Síria.401
O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, abertamente anunciou apoio ao governo sírio.402 O jornal britânico The Guardian reportou que o governo iraniano apoiou Assad com equipamentos e informações.403 O The Economist disse que o Irã, em fevereiro de 2012, enviou a Síria US$9 bilhões de dólares para ajudar o país a suportar o impacto da sanções econômicas do ocidente.342 O país também enviou combustível a Síria e mandou dois navios de guerra para a região para demonstrar apoio militar ao regime de al-Assad.404
O presidente americano, Barack Obama, e o embaixador dos Estados Unidos na ONU, Susan Rice, acusaram o Irã de secretamente apoiar Assad militarmente em sua busca para esmagar os protestos e também houve relatos de combatentes iranianos lutando na Síria.405 406 O controle da cidade de Zabadani provou-se vital para Assad e para o Irã, ao menos em junho de 2011, já que a cidade servia como centro de apoio de logística do Exército dos Guardiães da Revolução Islâmica ao Hezballah.407 De acordo com oficiais da ONU, o governo iraniano vendeu quantidades significativas de armas a Síria antes do conflito, em violação as restrições de exportações de armas da República Islâmica a outras nações. Também durante a guerra, armamentos pesados foram contrabandeados pelos iranianos para dentro do território sírio afim de ajudar as forças do governo de Bashar al-Assad.408 409
De acordo com informações vindas do Irã, o grupo Hezbollah, dito como terrorista pelos governos ocidentais, apoia militarmente a luta do governo Assad contra opositores em Damasco, em Zabadani e na fronteira libanesa.30 Em 25 de maio de 2013, em um discurso, o líder da milícia Hezbollah, Hassan Nasrallah, afirmou que a organização está "comprometida em ajudar Bashar al-Assad a se manter no poder".410 Segundo fontes ocidentais, mais de 5 mil combatentes do Hezbollah estão atualmente na Síria lutando ao lado das forças do governo.411
Em 31 de agosto de 2012, o autoproclamado "Movimento dos Países Não Alinhados" declarou que recusava a ideia de uma intervenção armada estrangeira no país e alguns países, como Equador e Irã, voltaram a declarar o seu apoio à posição do governo de al-Assad.412 Eles também pediram o fim da violência e a retomada das negociações de paz.412 O ex-líder cubano, Fidel Castro, enviou mensagens ao presidente Assad declarando seu apoio.413
Propostas de paz
Várias iniciativas de paz e planos para resolver a crise na Síria foram apresentadas, sem muito sucesso. Entre algumas das principais tentativas de negociação, foi a proposta da Liga Árabe lançada em dezembro de 2011 que foi considerada um fracasso. A Rússia também tentou propor uma saída mas não conseguiu nada.
No começo de 2012, a iniciativa "Amigos da Síria" foi estabelecida, que resultou numa conferência multinacional na Tunísia. Também houve várias reuniões na Turquia em abril. Nesta iniciativa a Rússia, China e o Irã não participaram por considerá-la unilateral e a favor da oposição, chamada de "inimigos da Síria" pelo regime de Assad.414 415 Em fevereiro, Kofi Annan, ex-Secretário Geral da ONU, propôs um novo plano de paz.416 Este plano foi chamado de o mais promissor para resolver o conflito, cujo a prioridade da iniciativa era um cessar-fogo imediato e bilateral em abril de 2012. O regime sírio anunciou que aceitava a proposta e que faria seu exército recuar, porém os militares do governo reiniciaram a ofensiva e não demonstraram sinais de que retrocederiam em seu avanço. A oposição síria, a ONU, ativistas de direitos humanos e governos ocidentais denunciaram que Bashar al-Assad, o presidente sírio, desrespeitou o plano de paz que ele próprio havia aceitado semanas antes e desobedeceu o cessar-fogo declarado por ele mesmo, no prazo estabelecido pela ONU, ao retomar os ataques à áreas controladas pela oposição, em abril de 2012.417 418 Por sua vez o governo sírio exigiu "garantias por escrito" da oposição para retirar as tropas e após o prazo estabelecido acusou a oposição de violar o acordo com "ataques terroristas", apesar do emissário Kofi Annan concluir que o fim das hostilidades aparentava estar sendo respeitado.419 420 Segundo Ban Ki-moon, atual Secretário Geral da ONU, uma "frágil paz" cobriu a Síria.421 No dia 12 de abril, dois dias após o prazo final para imposição do cessar-fogo, um civil e um soldado morreram na cidade de Hama, durante uma nova ofensiva do governo.421
Em 15 de agosto de 2012, Kofi Annan foi dispensado do cargo de mediador da ONU para a questão síria.422 Dois dias depois, o posto foi dado ao diplomata argelino Lakhdar Brahimi.423
Em 29 de novembro, o Comitê Nacional de Coordenação para Mudança Democrática, único grupo de oposição "tolerada" pelo regime de Assad, que "repudia a interferência estrangeira nos assuntos internos sírios" e alega querer instaurar uma democracia na Síria, informou, em uma reunião com a Rússia, que estava disposta a negociar com as autoridades sírias uma mudança no sistema político do país e propôs utilizar "agentes externos", mas apenas para conseguir frear a violência no país.424 Ainda em novembro, o mediador internacional para a Síria, Lakhdar Brahimi, se encontrou com membros do regime e da oposição para tentar fechar um acordo de paz entre as partes e acertar a instauração de um governo de transição, sem exigir a renúncia imediata do presidente Bashar al-Assad, que é a principal exigência da organização autointitulada Coalizão Nacional Síria, grupo este formado pela união das principais frentes opositoras a Assad.425 Em 16 de dezembro, o governo iraniano apresenta um plano de paz de 6 pontos para a questão síria exigindo o fim imediato a todas as ações armadas, um processo da ONU de monitoração da transição, que o governo de Damasco e a oposição cooperem com a ONU e seu comitê especial para parar operações armadas especialmente nas áreas residenciais para restaurar a paz e estabilidade, uma distribuição imediata, séria e justa de ajudas humanitárias para os cidadãos sírias, o fim das sanções econômicas contra o povo da Síria, a fim de preparar o terreno para o retorno de todos os refugiados sírios para sua terra natal, a retomada dos diálogos nacionais abrangentes por diferentes partidos opositores políticos e sociais e Damasco rapidamente formar uma comissão de reconciliação nacional; a fim de formar um governo de unanimidade de transição, uma eleição livre e justa para a formação de um novo Parlamento e do Senado e da composição de uma constituição e a libertação imediata de todos os presos políticos de todos os partidos do governo e os grupos de oposição, e criação de um tribunal de justiça competente para investigar os casos de pessoas que cometeram crimes no país que o governo sírio assumiu que aceitaria acata-lo.426 427 428 Cinco dias depois, a oposição síria anunciou que rejeitaria o plano de paz, sob a alegação de que "o regime de Assad estava caindo e que ele e suas nações aliadas tentavam lançar propostas furadas para evitar o inevitável".429 A oposição voltou a falar que rejeitaria qualquer proposta de paz imposta a eles que não tirasse Assad imediatamente do poder.429
Frente a uma série de derrotas militares, em 6 de janeiro de 2013, Assad fez sua primeira aparição em público depois de três meses e conclamou seus apoiadores a resistir.430 No discurso, feito diante de uma plateia da simpatizantes, o presidente sírio propôs um novo plano de paz, com uma "conferência de reconciliação" mas alertou que não convocaria para as negociações aqueles que, segundo ele, "traíram a Síria" e voltou a chamar a oposição de "terroristas"430 e disse que a maioria dos combatentes não são sírios, mas sim extremistas ligados a Al-Qaeda, comparando a situação atual da Síria ao do Afeganistão durante a guerra afegã-soviética na década de 1980.431 Apesar de abrir espaço para o diálogo, o presidente não citou no discurso qualquer possibilidade de renunciar.430 Enquanto Irã e Rússia aprovaram o discurso de Bashar al-Assad, líderes da oposição e das potências ocidentas o chamaram de "fraco e fora da realidade". O líder da Coalisão nacional síria disse que "o ditador está cercado e ficando sem opções".432 Uma nova reunião, de iniciativa dos governos russo e americano, foi marcada para tentar resolver o conflito pacificamente, mas não tem uma data definida para acontecer.433 Os rebeldes anunciaram que boicotariam a reunião, a não ser que recebam mais apoio (em armamentos) dos países aliados no ocidente.434
Referências
- ↑ "Middle East unrest: Syria arrests Damascus protesters", BBC News, 15 de março de 2011. Página visitada em 19 de abril de 2011.
- ↑ Christine Oliver. Corruption index 2010: the most corrupt countries in the world (em inglês). The Guardian. Página visitada em 23 de outubro de 2011.
- ↑ Cecília Araújo. "Alauítas: a minoria síria que mata por temer ser aniquilada" (em português). Revista Veja. Página visitada em 16 de julho de 2012.
- ↑ Khaled Yacoub Oweis e Suleiman al-Khalidi. Pro-democracy protests sweep Syria, 22 killed (em inglês). Reuters. Página visitada em 23 de outubro de 2011.
- ↑ Violence erupts in Syria, Jordan; anti-government protestors shot, stoned (em inglês). Daily News. Página visitada em 23 de outubro de 2011.
- ↑ Syria to lift decades-old emergency law (em inglês). Al Jazeera. Página visitada em 23 de outubro de 2011.
- ↑ Q&A: Syrian opposition alliance (em inglês). BBC. Página visitada em 16 de novembro de 2011.
- ↑ a b Guide to the Syrian opposition (em inglês). BBC. Página visitada em 23 de abril de 2013.
- ↑ Karouny, Mariam. Syria's Islamist rebels join forces against Assad. Reuters. Página visitada em 29 de dezembro de 2012.
- ↑ a b c d The Structure and Organization of the Syrian Opposition. Center for American Progress (15 de junho de 2013).
- ↑ "'British-born jihadists fighting Assad in Syria' – captured photographer (agência de notícias RT)", 30 de agosto de 2012. Página visitada em 20 de dezembro de 2012.
- ↑ "Foreign fighters fuel the sectarian flames in Syria", 20 de dezembro de 2012. Página visitada em 22 de agosto de 2012.
- ↑ Ghaith Abdul-Ahad (23 de setembro de 2012). Syria: the foreign fighters joining the war against Bashar al-Assad. The Guardian. Página visitada em 25 de outubro de 2012.
- ↑ Pide líder de Al Qaeda ayuda externa para rebeldes sirios (em espanhol). Milenio. Página visitada em 11 de setembro de 2012.
- ↑ AFP: El jefe de Al Qaeda apoya la rebelión en Siria en un vídeo (em inglês). Google Notícias. Página visitada em 11 de setembro de 2012.
- ↑ Syria's Muslim Brotherhood rise from the ashes. Reuters. Página visitada em 6 de maio de 2012.
- ↑ The Daily Telegraph (3 de agosto de 2012). Muslim Brotherhood establishes militia inside Syria. Página visitada em 19 de janeiro de 2013.
- ↑ Lebanese Islamist killed in Syria. Al Arabiya. Arquivado do original em 26 de outubro de 2012. Página visitada em 6 de dezembro de 2012.
- ↑ a b "Profile: Syria's al-Nusra Front" (em inglês). BBC. Página visitada em 3 de maio de 2013.
- ↑ "Warring Syrian rebel groups abduct each other’s members", Times of Israel, 18 May 2013. Página visitada em 29 May 2013.
- ↑ Freedom fighters? Cannibals? The truth about Syria’s rebels. The Independente. Página visitada em 17 de junho de 2012.
- ↑ O'Bagy, Elizabeth. Middle East Security Report: Jihad in Syria. Washington, DC: [s.n.], 2012. p. 27. vol. 6.
- ↑ Iraqi fighters, arms trickle into Syria as violence grows. Reuters. Página visitada em 14 de fevereiro de 2012.
- ↑ The Structure and Organization of the Syrian Opposition. Center for American Progress. Página visitada em 14 de maio de 2013.
- ↑ Kurdish Syria: From cultural to armed revolution. Egypt Independent. Página visitada em 28 de julho de 2012.
- ↑ EuropaPress. El PKK estaría colaborando con Al Assad para reprimir las protestas en Siria.
- ↑ Saeed Kamali Dehghan. Syrian army being aided by Iranian forces. The Guardian. Página visitada em 18 de agosto de 2012.
- ↑ Daftari, Lisa. "Iranian general admits 'fighting every aspect of a war' in defending Syria's Assad", Fox News. Página visitada em 6 de setembro de 2012.
- ↑ "Battle for Aleppo Intensifies, as World Leaders Pledge New Support for Rebels", The New York Times. Página visitada em 8 de outubro de 2012.
- ↑ a b Hezbollah increases support for Syrian regime, U.S. and Lebanese officials say. Washington Post. Página visitada em 26 de setembro de 2012.
- ↑ Syria rebels: Assad regime recruiting Iranian, Hezbollah mercenaries (em inglês). Hareetz. Página visitada em 11 de setembro de 2012.
- ↑ Hezbollah Commits to an All-Out Fight to Save Assad. The New York Times. Página visitada em 27 de maio de 2013.
- ↑ "Syria rebels 'clash with army, Palestinian fighters'", 30 de outubro de 2012. Página visitada em 25 de janeiro de 2013.
- ↑ a b Suadad al-Salhy. "Iraqi Shi'ite militants fight for Syria's Assad". Página visitada em 25 de outubro de 2012.
- ↑ "George Sabra", 15 de dezembro de 2011.
- ↑ "Meet Ghassan Hitto, the Syrian rebels’ leader". Página visitada em 20 de março de 2013.
- ↑ Sen, Ashish. "U.N. veto called green light for Assad". Página visitada em 6 de outubro de 2011.
- ↑ Syrian Free Army names Salim Idris new chief of staff. Al Arabiya News (10 de dezembro de 2012).
- ↑ "Profile: Syrian opposition's Ahmed Moaz al-Khatib". Página visitada em 6 de outubro de 2011.
- ↑ Mroue, Bassem, Suzan Fraser. "Syria Rebels Create New Unified Military Command", Huffington Post/AP, pp. 1. Página visitada em 8 de dezembro de 2012. (em en)
- ↑ The Muslim Brotherhood in Syria. Carnegie-mec.org. Página visitada em 17 de junho de 2013.
- ↑ "Will Syria opposition group choose a Kurd as leader?", 9 de junho de 2012.
- ↑ "Sorbonne professor appointed head of Syrian opposition council", 29 de agosto de 2011. Página visitada em 29 August 2011.
- ↑ More Kurdish Cities Liberated As Syrian Army Withdraws from Area. Rudaw. Página visitada em 25 de julho de 2012.
- ↑ "Syria Conflict: President Bashar Assad Appoints Wael Nader Al-Halqi As New Prime Minister", 8 de setembro de 2012. Página visitada em 17 de junho de 2013.
- ↑ "President al-Assad Appoints Gen. Fahd Jassem al-Freij Deputy Commander-in-Chief of the Army and the Armed Forces and Minister of Defense", 18 de julho de 2012. Página visitada em 2 de junho de 2013.
- ↑ "Assad rejeitou apelo de líderes por solução pacífica, diz ex-premiê", 2 de outubro de 2012. Página visitada em 3 de maio de 2013.
- ↑ "Brother-in-law of Syrian President killed in bomb blast as rebels close in on Assad regime", 18 de julho de 2012. Página visitada em 3 de maio de 2013.
- ↑ Bashar al-Assad's inner circle. BBC. Página visitada em 17 de junho de 2013.
- ↑ "Report: Assad's brother-in-law shot to death", 12 de novembro de 2011. Página visitada em 3 de maio de 2013.
- ↑ "Six die but Syrian Prime Minister Wael al-Halki survives bomb attack on convoy in Damascus", 29 de abril de 2013. Página visitada em 17 de junho de 2013.
- ↑ Freedom fighters? Cannibals? The truth about Syria’s rebels. The Independent. Página visitada em 18 de junho de 2013.
- ↑ Ignatius, David. "Al-Qaeda affiliate playing larger role in Syria rebellion". Página visitada em 1 de dezembro de 2012.
- ↑ Presence of foreign fighters in Syria being overestimated. Daily Star. Página visitada em 12 de abril de 2013.
- ↑ Heiko Wimmen (19 de fevereiro de 2013). The restive Kurds and Syria’s future. The Daily Star. Página visitada em 12 de abril de 2013.
- ↑ "Syria's Maturing Insurgency", Under Standing War, 9 de julho de 2012. Página visitada em 9 de julho de 2012.
- ↑ "Syria's Maturing Insurgency", Under Standing War. Página visitada em 16 de fevereiro de 2012.
- ↑ "15,000 elite Iranian special-ops 'head' to Syria", RT, 9 de julho de 2012. Página visitada em 9 de julho de 2012.
- ↑ NOW January 18, 2013 (18 de janeiro de 2013). Syria to establish new military organization, report says. Now.mmedia.me.
- ↑ "Syrian war widens Sunni-Shia schism as foreign jihadis join fight for shrines". Página acessada em 15 de junho de 2013.
- ↑ Borger, Julian. "Iran and Hezbollah 'have built 50,000-strong force to help Syrian regime'", 14 de março de 2013.
- ↑ "Assad backed by 1,500 fighters from Hezbollah, says defector", The Times. Página visitada em 7 de outubro de 2012.
- ↑ ""Hezbollah sent 5,000 fighters to help Assad, daily reports"", The Times Of Israel. Página visitada em 25 de janeiro de 2012.
- ↑ "15,000 elite Iranian special-ops 'head' to Syria", Russia Today. Página visitada em 10 de outubro de 2012.
- ↑ "Syrian army being aided by Iranian forces", The Guardian. Página visitada em 10 de outubro de 2012.
- ↑ ARIEL BEN SOLOMON. "Report: Yemen Houthis fighting for Assad in Syria", 31 May 2013.
- ↑ SOHR: More than 80 thousand people killed since the beginning of the Syrian uprising. Observatório Sírio de Direitos Humanos. Página visitada em 14 de maio de 2013.
- ↑ Syria: Opposition, almost 11,500 civilians killed. Ansamed.ansa.it. Página visitada em 17 de maio de 2012.
- ↑ "1269 Martyrs, may God's mercy be on them all". Syrianshuhada.com. Página visitada em 22 de novembro de 2012.
- ↑ Violations Documenting Center. Violations Documenting Center. Página visitada em 1 de janeiro de 2013.
- ↑ Mortos em guerra síria sobem para 82 mil, diz grupo de oposição. Terra. Página visitada em 12 de março de 2013.
- ↑ Barnard, Anne. "Seized by Rebels, Town Is Crushed by Syrian Forces", The New York Times. Página visitada em 31 de outubro de 2012.
- ↑ Syrian rebels hold pro-government prisoners in former school. CNN (31 de julho de 2012). Página visitada em 25 de outubro de 2012.
- ↑ Kelley, Michael. Iranian Fighters Are Killing Syrian Troops Who Refuse to Fire On Protesters. Business Insider. Página visitada em 8 de julho de 2012.
- ↑ Over 120 Hezbollah, Basij fighers killed in Syria, report. Ya Libnan. Página visitada em 8 de julho de 2012.
- ↑ Syrian jets hit rebels awaiting promised U.S. weapons. Reuters. Página visitada em 15 de junho de 2013.
- ↑ Syrian rebels kill 10 pro-Assad militia. The News. Página visitada em 7 de novembro de 2012.
- ↑ a b Guerra civil já matou mais de 94 mil na Síria, diz ONG ligada à oposição. G1. Página visitada em 14 de maio de 2013.
- ↑ a b http://g1.globo.com/revolta-arabe/noticia/2013/06/mais-de-93-mil-pessoas-morreram-durante-guerra-civil-na-siria-diz-onu.html Mais de 93 mil pessoas morreram na guerra civil na Síria, diz ONU]. G1. Página visitada em 13 de junho de 2013.
- ↑ Iraqi Soldier Killed by Fire from Syria. Naharnet.com (3 de março de 2013).
- ↑ Zeina Karam. "Syrian jets bomb northern city overrun by rebels", Washington Examiner, 17 de setembro de 2012.
- ↑ Arsal ambush kills two Lebanese soldiers hunting wanted fugitive. The Daily Star. Página visitada em 8 de março de 2013.
- ↑ Violence in Lebanese Border Towns Adds to Fears of Syrian Encroachment. The New York Times. Página visitada em 10 de junho de 2013.
- ↑ Assad regrets downing of Turkish jet, says won’t allow open combat with Ankara (3 de julho de 2012).
- ↑ Turkish police killed in clashes on Syrian border. Worldbulletin.net (2 de maio de 2013).
- ↑ "Syria's civil war spills violence across borders into Jordan, Lebanon". Página visitada em 23 de outubro de 2012.
- ↑ ""Syria's Internally Displaced Depend on Handouts", 4 de maio de 2013. Página visitada em 4 de maio de 2013.
- ↑ a b Refugiados sírios passam de 1,5 milhão, diz ONU. Portal G1. Página visitada em 17 de maio de 2013.
- ↑ ""Exclusive: Syria now an "internal armed conflict" - Red Cross"". Página visitada em 16 de julho de 2012.
- ↑ "Síria: é isto uma guerra civil?", Público (jornal). Página visitada em 13 de junho de 2012.
- ↑ "Syria's uprising: From rocks to RPGs", CNN. Página visitada em 29 de novembro de 2012.
- ↑ ""The country formerly known as Syria"". Página visitada em 6 de abril de 2013.
- ↑ Agence France-Presse (19 de março de 2011). Gás lacrimogênio é lançado em funeral na Síria (em inglês). Google Notícias. Página visitada em 15 de maio de 2011.
- ↑ ""Syria’s civil war: key facts, important players"". Página visitada em 15 de fevereiro de 2013.
- ↑ "Syrian Uprising Continues Despite Crackdown". Spiegel.de. Página visitada em 11 de agosto de 2012.
- ↑ Sírios exigem liberdade, direitos humanos e fim do estado de emergência (em inglês). Al Jazira (4 de fevereiro de 2011). Página visitada em 15 de maio de 2011.
- ↑ a b "Syrian army tanks 'moving towards Hama'", BBC News, 5 de maio de 2011. Página visitada em 20 de janeiro de 2012.
- ↑ a b "'Dozens killed' in Syrian border town", Al Jazeera, 17 de maio de 2011. Página visitada em 12 de junho de 2011.
- ↑ a b "Syrian army starts crackdown in northern town", Al Jazeera. Página visitada em 12 de junho de 2011.
- ↑ Syria opposition launches national council in İstanbul. Todayszaman.com. Página visitada em 19 de novembro de 2011.
- ↑ Albayrak, Ayla. "Turkey Plans Military Exercise on Syrian Border", 13 de março de 2012. Página visitada em 4 de outubro de 2011.
- ↑ a b Syria in civil war, Red Cross says. BBC (15 de julho de 2012). Página visitada em 18 de julho de 2012.
- ↑ Red Cross: Syrian conflict now a civil war. The Guardian (15 de julho de 2012). Página visitada em 18 de julho de 2012.
- ↑ Syrian Martyrs (em árabe). Free Syria. Página visitada em 6 de fevereiro de 2012.
- ↑ "Syria's Meltdown Requires a U.S.-Led Response". Página visitada em 5 de abril de 2013.
- ↑ Criminalization of the Syrian Conflict. Institute for the Study of War (16 de março de 2012). Página visitada em 20 de março de 2012.
- ↑ "Middle East: Widespread rights abuses alleged in Syria". Página visitada em 2 de dezembro de 2012.
- ↑ a b "Human Rights Watch acusa Damasco de usar bombas incendiárias". Página visitada em 12 de dezembro de 2012.
- ↑ UN report accuses Syrian troops of torturing and executing children, and of using children as "human shields". Al Jazeera. Página visitada em 8 de julho de 2012.
- ↑ "Syrian army behind majority of abuses: UN", News24, 24 May 2012. Página visitada em 20 September 2012.
- ↑ Syria: Armed Opposition Groups Committing Abuses. Human Rights Watch (20 March 2012). Página visitada em 20 de março de 2012.
- ↑ Thomas L. Friedman (21 de setembro de 2011). Hama Rules (em inglês). Página visitada em 25 de outubro de 2011.
- ↑ Scott Wilson (25 de abril de 2011). Syria escalates attacks against demonstrators (em inglês). Seattle Times. Página visitada em 25 de outubro de 2011.
- ↑ Protests In Syria Pose Challenges For The U.S. (em inglês). NPR (13 de abril de 2011). Página visitada em 25 de outubro de 2011.
- ↑ Anthony Shadid (26 de abril de 2011). International Outcry Grows Over Syria Crackdown (em inglês). New York Times. Página visitada em 26 de outubro de 2011.
- ↑ Anne Alexander (29 de março de 2011). Syria protests: The forgotten decades of dissent (em inglês). BBC News. Página visitada em 26 de outubro de 2011.
- ↑ Rozanne Larsen. Youth Exclusion in Syria: Social, Economic, and Institutional Dimensions (em inglês). Journalist's Resource. Página visitada em 11 de agosto de 2011.
- ↑ Message to Communists of the World. Syrian Communist Party (31 de maio de 2011).
- ↑ ""World Report 2010 Human Rights Watch World Report 2010", p.555". Página visitada em 2010.
- ↑ a b "Q&A: Syrian activist Suhair Atassi", Al Jazeera, 9 de fevereiro de 2011. Página visitada em 13 de fevereiro de 2011.
- ↑ Syria. Amnesty International (2009). Página visitada em 1 de fevereiro de 2012.
- ↑ "Interview With Syrian President Bashar al-Assad", The Wall Street Journal, 31 de janeiro de 2011. Página visitada em 13 de março de 2012.
- ↑ Solomon, Jay. "Syria Strongman: Time for 'Reform'", The Wall Street Journal, 31 de janeiro de 2011. Página visitada em 13 de março de 2012.
- ↑ "Syrian suicider is "Hasan Ali Akleh". Damascus has banned a demonstration in support of Egypt", Middle East Transparent. Página visitada em 30 de janeiro de 2011.
- ↑ "Syria: 'A kingdom of silence'", Al Jazeera. Página visitada em 12 de fevereiro de 2011.
- ↑ Middle East Protests -- Is Syria the Next Egypt? (em inglês). FOX News (2 de fevereiro de 2011). Página visitada em 15 de maio de 2011.
- ↑ Syria opposition leader Burhan Ghalioun looks to future (em inglês). BBC. Página visitada em 5 de janeiro de 2012.
- ↑ Oposição síria pede reunião urgente e intervenção estrangeira (em português). Terra Networks. Página visitada em 5 de janeiro de 2012.
- ↑ Landis, Joshua (29 de julho de 2011). Free Syrian Army Founded by Seven Officers to Fight the Syrian Army. Syria Comment. Página visitada em 7 de agosto de 2011.
- ↑ "Syrian Army Colonel Defects forms Free Syrian Army", 1 de agosto de 2011. Página visitada em 7 de agosto de 2011.
- ↑ BEN HUBBARD. Islamist Rebels Create Dilemma on Syria Policy (em português). The New York Times. Página visitada em 27 de abril de 2013.
- ↑ "National Coordinating Body for Democratic Change names Executive Committee_Syrian opposition must avoid splits", 11 de outubro de 2011. Página visitada em 13 de novembro de 2011.
- ↑ Syrie: un chef de l'opposition intérieure à Moscou le 14 décembre (em francês). Ria Novosti. Página visitada em 13 de dezembro de 2012.
- ↑ Basheer al-Baker. Hassan Abdul-Azim: Syria's Homegrown Dissident (em inglês). Al Akhbar. Página visitada em 21 de setembro de 2012.
- ↑ BBC Brasil - Notícias - Conheça os diferentes grupos políticos que lutam contra o governo na Síria (em português). BBC Brasil. Página visitada em 24 de fevereiro de 2012.
- ↑ Mid-East unrest: Syrian protests in Damascus and Aleppo. BBC (15 de março de 2011). Página visitada em 16 de junho de 2013.
- ↑ "Fresh Violence Hits Syrian Town", Al Jazeera. Página visitada em 3 de maio de 2011.
- ↑ "Syria: Troops storm Damascus suburb, make arrests", Jerusalem Post, 5 de maio de 2011. Página visitada em 8 de maio de 2011.
- ↑ "Syrian Tanks Enter 'Protest Hub' Baniyas", Al Jazeera. Página visitada em 8 de maio de 2011.
- ↑ "Syrian army tanks 'moving towards Hama'", BBC News, 5 May 2011. Página visitada em 20 de janeiro de 2012.
- ↑ Ipek Yezdani McClatchy. Syrian dissidents form national council (em inglês). Edmound Sun. Página visitada em 24 de agosto de 2011.
- ↑ a b UN chief slams Syria's crackdown on protests (em inglês). Al Jazira (18 de março de 2011). Página visitada em 15 de maio de 2011.
- ↑ União Europeia pede reformas profundas na Síria. Folha de S. Paulo (23 de abril de 2011). Página visitada em 23 de abril de 2011.
- ↑ Síria decreta estado de emergência (em inglês). Al Jazira (19 de abril de 2011). Página visitada em 15 de maio de 2011.
- ↑ Agence France-Presse (20 de abril de 2011). O presidente al-Assad está pronto para o estado de emergência (em inglês). Google Notícias. Página visitada em 15 de maio de 2011.
- ↑ Obama condena o uso da força policial na Síria (em inglês). BBC (23 de abril de 2011). Página visitada em 15 de maio de 2011.
- ↑ Mais de quarenta mortos na Síria (em inglês). CNN (23 de abril de 2011). Página visitada em 15 de maio de 2011.
- ↑ Síria mantém repressão em Deraa, prende 500 ativistas e pressão internacional cresce. O Globo (26 de abril de 2011). Página visitada em 15 de maio de 2011.
- ↑ BBC (18 de maio de 2011). Estados Unidos anunciam sanções contra presidente da Síria. BBC Brasil. Página visitada em 18 de maio de 2011.
- ↑ Agência Estado (12-11-2011). Liga Árabe suspende Síria de suas reuniões. 12-11-2011. Página visitada em 02-6-2013.
- ↑ Jack Khoury. Report: Russia warships to enter Syria waters in bid to stem foreign intervention (em inglês). Hareetz. Página visitada em 18 de novembro de 2011.
- ↑ Equipe do The Nation. Russian warships enter Syrian waters to prevent NATO attack: report (em inglês). The Nation. Página visitada em 19 de novembro de 2011.
- ↑ Russian Navy to base warships at Syrian port after 2012 (em inglês). Ria Novosti. Página visitada em 2 de setembro de 2010.
- ↑ CBC News. U.S. admits funding Syrian opposition (em inglês).
- ↑ washingtonpost.com. The Washington Post - MOVEMENT FOR JUSTICE AND DEVELOPMENT SEEKING TO EXPAND ROLE IN SYRIA (em inglês).
- ↑ "'Scores dead' as Syrian tanks storm Hama city", Al Jazeera, 31 de julho de 2011. Página visitada em 20 de janeiro de 2012.
- ↑ Most Syrians back President Assad, but you'd never know from western media. theguardian (17 de janeiro de 2012).
- ↑ a b Graça Andrade Ramos. Nova Constituição síria aprovada por 89% dos votos (em português). RTP. Página visitada em 1 de março de 2012.
- ↑ New Syria constitution won 89.4 percent approval: State TV. Reuters. Página visitada em 28 de fevereiro de 2012.
- ↑ a b Apesar de divisão social, nova Constituição síria é aprovada em referendo. noticias.uol.com.br. Página visitada em 27 de fevereiro de 2012.
- ↑ Síria anuncia vitória do "Sim" para a nova Constituição. veja.abril.com.br. Página visitada em 27 de fevereiro de 2012.
- ↑ Syrian minister vows to defend 'independence' as deaths mount. CNN. Página visitada em 28 de fevereiro de 2012.
- ↑ West calls Syrian referendum a 'sham'. The Hindu. Página visitada em 27 de fevereiro de 2012.
- ↑ Mroue, Bassem. "Syria to allow Arab monitors, 100 dead in violence", UT San Diego, 19 de dezembro de 2011. Página visitada em 1 de fevereiro de 2012.
- ↑ 'Hundreds of casaulties in Syria's Homs' in army assault on Syria's Homs. Aljazeera (4 de outubro de 2011). Página visitada em 6 de fevereiro de 2012.
- ↑ Syria Live Blog. Blogs.aljazeera.net. Página visitada em 6 de fevereiro de 2012.
- ↑ BASSEM MROUE & BEN HUBBARD. Syria Rejects New Arab League Plan To End Violence (em inglês). Fox News. Página visitada em 26 de fevereiro de 2012.
- ↑ "'Defected Syria security agent' speaks out", Al Jazeera, 8 de junho de 2011. Página visitada em 21 de junho de 2011.
- ↑ Sengupta, Kim. "Syria's sectarian war goes international as foreign fighters and arms pour into country", The Independent, 20 de fevereiro de 2012. Página visitada em 22 de fevereiro de 2012.
- ↑ "Rebeldes denunciam os bombardeios mais violentos em 14 dias na cidade síria de Homs" (em português). Tocantins Hoje. Página visitada em 17 de fevereiro de 2012.
- ↑ Agence France-Presse. Syria 'more than 11,000 killed in 13 months'. The Daily Telegraph. Página visitada em 16 de abril de 2012.
- ↑ a b c Dois jornalistas ocidentais e 24 civis são mortos na cidade síria de Homs (em português). G1. Página visitada em 1 de março de 2012.
- ↑ Lebanon rejects US call to aid fleeing Syrian militants (em inglês). Press TV. Página visitada em 8 de março de 2012.
- ↑ Síria. Mais dois jornalistas estrangeiros foram mortos em Homs (em português). Jornal I. Página visitada em 1 de março de 2012.
- ↑ Síria nega responsabilidade na morte de jornalistas estrangeiros (em português). R7. Página visitada em 1 de março de 2012.
- ↑ "Exército sírio assume controle de reduto rebelde e oposição teme massacre" (em português). Uol Notícias. Página visitada em 2 de março de 2012.
- ↑ "Crescente Vermelho sírio consegue entrar em Baba Amr" (em português). Reuters. Página visitada em 7 de março de 2012.
- ↑ "Síria: corpos de estrangeiros são encontrados" (em português). Rede Bandeirantes. Página visitada em 7 de março de 2012.
- ↑ "Governo sírio retoma bairro rebelde de Homs após um mês de intensos confrontos" (em português). Opera Mundi. Página visitada em 1 de março de 2012.
- ↑ "Syrian government claims landmines preventing Red Cross from reaching Homs" (em inglês). Daily Telegraph. Página visitada em 3 de março de 2012.
- ↑ "UN: More Syrian soldiers defect to opposition", Al Jazeera, 9 de novembro de 2011. Página visitada em 1 de fevereiro de 2012.
- ↑ "Russia, China oppose ‘forced regime change’ in Syria; Lavrov warns of ‘bigger drama’", Al Arabiya, 1 de fevereiro de 2012. Página visitada em 6 de fevereiro de 2012.
- ↑ "Syrian embassies in London and Cairo attacked over Homs massacre", The Guardian, 4 de fevereiro de 2012.
- ↑ "Free Syrian Army claims responsibilty(sic) for twin Aleppo blasts", France 24, 10 de fevereiro de 2012. Página visitada em 12 de março de 2012.
- ↑ Todd, Tony. "Free Syrian Army blames Assad for Aleppo bombing", France 24, 10 de fevereiro de 2012. Página visitada em 12 de abril de 2012.
- ↑ Wie pleegde aanslagen Aleppo? (em holandês). Radio 1 (10 de fevereiro de 2012). Página visitada em 12 de abril de 2012.
- ↑ Fear and defiance amid Syria ceasefire. BBC News. Página visitada em 18 de abril de 2012.
- ↑ Push in Paris for More Pressure on Syria as Money Ebbs and Cease-Fire Wobbles. New York Times. Página visitada em 18 de abril de 2012.
- ↑ U.N. Truce Observers Arrive in Syria as Shelling Continues. New York Times. Página visitada em 18 de abril de 2012.
- ↑ "30 dead in Syria as UN calls for truce". Página visitada em 2 de maio de 2012.
- ↑ "UN: Both sides in Syria are violating the truce", 1 de maio de 2012. Página visitada em 10 de maio de 2012.
- ↑ "Bomba na Síria mata nove e Damasco culpa conspiração estrangeira". Página visitada em 19 de maio de 2012.
- ↑ Chulov, Martin. "Massacre of the children as Syrian forces hit rebels", The Guardian, 26 de maio de 2012. Página visitada em 30 de maio 2012.
- ↑ Maioria das vítimas do massacre de Houla foi executada, diz ONU.. Noticias.UOL.com.br. Página visitada em 30 de maio de 2012.
- ↑ Nebehay, Stephanie. "Most Houla victims killed in summary executions: U.N.", May 29, 2012. Página visitada em 30 de maio de 2012.
- ↑ Síria: vítimas foram executadas em massacre em Houla, diz ONU. Noticias.Terra.com.br. Página visitada em 31 de maio de 2012.
- ↑ Syrian president Bashar al-Assad denies responsibility for Houla. The Guardian. Página visitada em 15 de março de 2013.
- ↑ Kofi Annan vai à Síria tentar salvar plano de paz. Veja.Abril.com.br. Página visitada em 30 de maio de 2012.
- ↑ Mariam Karouny. Syria rebels give Assad 48-hour deadline to end violence (em inglês). Reuters. Página visitada em 30 de maio de 2012.
- ↑ a b c "Deadly violence flares in Syria as EU-Russia seek solutions" (em inglês). Al Alarabiya. Página visitada em 28 de junho de 2012.
- ↑ Blair, David. "Bashar al-Assad: Syria is in 'a state of war'", 26 de junho de 2012. Página visitada em 28 de junho de 2012.
- ↑ "Assad names new Syrian PM, army battles rebels" (em inglês). AlertNet. Página visitada em 28 de junho de 2012.
- ↑ New 'massacre' reported in Syria's Hama province. BBC News.
- ↑ Syria UN team 'shot at' near Qubair 'massacre site'. BBC News.
- ↑ Syrian army blocks U.N. monitors entering Hama ‘massacre’ site: activists, U.N. official. Al Arabiya (7 de junho de 2012). Página visitada em 28 de junho de 2012.
- ↑ "Turkey confirms Syria shot down F-4 military jet, search for pilots ongoing" (em inglês). Al Arabiya. Página visitada em 28 de junho de 2012.
- ↑ "Military Spokesman: Anti-Air Defenses Intercepted a Target That Violated Syrian Airspace Over Territorial Waters, Shot It Down West of Lattakia", Syrian Arab News Agency, 23 de junho de 2012. Página visitada em 2 de junho de 2013.
- ↑ "Turkey Locates Fighter Jet Shot Down By Syria", Yahoo! News, 24 de junho de 2012. Página visitada em 28 de junho de 2012.
- ↑ "Turkey goes to Nato over plane it says Syria downed in international airspace", The Guardian, 24 June 2012. Página visitada em 24 June 2012.
- ↑ "Syria-Turkey tension: Assad 'regrets' F-4 jet's downing" (em inglês). BBC. Página visitada em 3 de juLho de 2012.
- ↑ a b c Turquia promete retaliar a Síria por derrube de caça. Opais.co.mz. Página visitada em 28 de junho de 2012.
- ↑ Dagher, Sam. "In Paris, Diplomats Cheer Syria General's Defection". Página visitada em 7 de julho de 2012.
- ↑ Ruth Sherlock and Adrian Blomfield (17 de julho de 2012-). Syrian rebels launch campaign to 'liberate' Damascus. Daily Telegraph. Página visitada em 18 de julho de 2012.
- ↑ "Bomba mata ministro da Defesa e autoridades militares sírias". Portal Terra. Página visitada em 18 de julho de 2012.
- ↑ a b Damien McElroy. Assad's brother-in-law and top Syrian officials killed in Damascus suicide bomb. Daily Telegraph. Página visitada em 18 de julho de 2012.
- ↑ Gianluca Mezzofiore. Syria Civil War: Assad Brother-in-Law Assef Shawkat Killed in Damascus Suicide Bombing. International Business Times. Página visitada em 18 de julho de 2012.
- ↑ "Two Syrian rebel groups claim Damascus attack". Página visitada em 18 de julho de 2012.
- ↑ Damien McElroy. Syrian interior minister injured but “stable,” state TV reports. Now Lebanon. Página visitada em 18 de julho de 2012.
- ↑ Alexander Lukashevich. Moscow condemns Damascus blast. The Voice of Russia. Página visitada em 18 de julho de 2012.
- ↑ "A batalha por Alepo, a capital comercial da Síria" (em português). Público (jornal). Página visitada em 13 de setembro de 2012.
- ↑ Gladstone, Rick. "Russia and China Veto Resolution on Syria", 21 de julho de 2012. Página visitada em 19 de julho de 2012.
- ↑ Fighting embroils Syria; U.N. observers get more time. Página visitada em 20 de julho de 2012.
- ↑ Arango, Tim. "Iraq Says Rebels in Syria Control Border Posts", 21 de julho de 2012.
- ↑ Doug Madory. Syria Briefly Disconnects. Renesys. Página visitada em 21 de julho de 2012.
- ↑ "Grupo invade posto entre Síria e Turquia" (em português). Rede Bandeirantes. Página visitada em 21 de julho de 2012.
- ↑ "Grupo invade posto entre Síria e Turquia" (em português). Rede Bandeirantes. Página visitada em 26 de julho de 2012.
- ↑ El Ejército Sirio Recupera el Control de Idlib. Al Manar. Página visitada em 15 de março de 2012.
- ↑ Syria crisis: Assad strikes back with jets in Aleppo and Damascus - live updates. The Guardian. Página visitada em 25 de julho de 2012.
- ↑ Syrian forces advance steadily in Aleppo (12 de agosto de 2012).
- ↑ Syrian Army Disbands Tens of Terrorist Cells in Damascus.
- ↑ Syrian government declares victory over rebels in Damascus as onslaught continues in country's largest city.
- ↑ All of Damascus now under army control, general says.
- ↑ Syrian military launches fresh offensive in Aleppo. DW.de. Página visitada em 14 de maio de 2013.
- ↑ Los Milicianos Sirios Cometen Otra Masacre en Yandar, cerca de Homs.
- ↑ a b Oweis, Khaled Y.. "Syria activists report "massacre" by army near Damascus", Reuters. Página visitada em 25 de agosto 2012.
- ↑ Syria's worst massacre: Daraya death toll reaches 400.
- ↑ a b ""Robert Fisk: Inside Daraya - how a failed prisoner swap turned into a massacre"", The Independent. Página visitada em 2 de setembro de 2012.
- ↑ HRW (20 de março de 2012). Syria: Armed Opposition Groups Committing Abuses (em inglês). HRW. Página visitada em 15 de maio de 2011.
- ↑ HRW (20 de março de 2012). Open Letter to the Leaders of the Syrian Opposition (em inglês). HRW. Página visitada em 15 de maio de 2011.
- ↑ RT (20 de março de 2012). HRW: Syrian opposition kidnapped, tortured, executed loyalists (em inglês). Google Notícias. Página visitada em 15 de maio de 2011.
- ↑ a b Kais, Roy. "Assad relative defects from regime", Ynet News, 15 de setembro de 2012. Página visitada em 15 September 2012.
- ↑ "Syria rebels seize Turkey border crossing", CBS News, 19 de setembro de 2012.
- ↑ "Turkey hits targets inside Syria after border deaths". Página visitada em 3 de outubro de 2012.
- ↑ Turquia bombardeia Síria após disparos. Rede Bandeirantes. Página visitada em 3 de outubro de 2012.
- ↑ a b ""Turkey launches retaliatory attack on Syrian targets"", Daily Telegraph. Página visitada em 3 de outubro de 2012.
- ↑ "Turkey strikes back at Syria after mortar kills five". Página visitada em 3 de outubro de 2012.
- ↑ ""Síria diz estar apurando caso do morteiro que matou 5 civis na Turquia"". Página visitada em 3 de outubro de 2012.
- ↑ a b ""Conselho de Segurança da ONU condena 'ataques terroristas' em Aleppo"". Página visitada em 5 de outubro de 2012.
- ↑ "Syrian rebels claim control of strategic town". Página visitada em 10 de outubro de 2012.
- ↑ "Se Recrudece la Batalla en Maaref al Numan". Página visitada em 18 de outubro de 2012.
- ↑ ""Syria rebels clash with army and Palestinian fighters"". Página visitada em 2 de novembro de 2012.
- ↑ "Syrian air force on offensive after failed truce". Página visitada em 30 de outubro de 2012.
- ↑ ARMY PREPARES FINAL OFFENSIVE ON HOMS “THE REBEL”. Misna.org. Página visitada em 10 de outubro de 2012.
- ↑ ""Syria army, rebels in fierce battle for Homs"". Página visitada em 2 de novembro de 2012.
- ↑ Evans, Dominic. "Fighting ruptures ragged Syrian ceasefire". Página visitada em 26 de outubro de 2012.
- ↑ a b c d Carro-bomba em Damasco rompe trégua na Síria. Reuters. Página visitada em 26 de outubro de 2012.
- ↑ Gladstone, Rick. "Syrian Air Force Commander Is Reported Killed", 31 de outubro de 2012. Página visitada em 2 de novembro de 2012.
- ↑ a b c d Rebeldes atacam base aérea no noroeste da Síria. Portal G1. Página visitada em 3 de novembro de 2012.
- ↑ Syrian atrocity: Bodies of postal workers thrown from roof(GRAPHIC VIDEO). RT. Página visitada em 3 de stembro de 2012.
- ↑ U.N. Says Execution Video From Syria Shows Apparent War Crime. The New York Times. Página visitada em 1 de dezembro de 2012.
- ↑ a b ""Oposição síria descarta diálogo sem a saída de Bashar al-Assad"". Página visitada em 3 de novembro de 2012.
- ↑ "Syria army quits base on strategic Aleppo road", 2 de novembro de 2012. Página visitada em 6 de novembro de 2012.
- ↑ "Rebels target air base in battle against aerial bombardment in Syria", CNN, 22 de novembro de 2012. Página visitada em 6 de novembro de 2012.
- ↑ British PM broaches 'safe passage' for al-Assad. CNN. Página visitada em 14 de novembro de 2012.
- ↑ "Syrian rebels set up camp on hilltop Base 46". Página visitada em 22 de novembro de 2012.
- ↑ "Syria rebels make further gains". Página visitada em 18 de dezembro de 2012.
- ↑ "Syria: PFLP Defectors Call to Arrest Group's Head". Página visitada em 17 de dezembro de 2012.
- ↑ "Syrian rebels launch major assault on army across Hama", 18 de dezembro de 2012.
- ↑ "Rebels seize towns in central Syria". Página visitada em 19 de dezembro de 2012.
- ↑ "Top Syrian general declares defection on Al Arabiya". Página visitada em 25 de dezembro de 2012.
- ↑ "Syrian rebels seize key air base, activists say", USA Today, 11 de janeiro de 2013. Página visitada em 15 de fevereiro de 2013.
- ↑ "Kurd-jihadist clashes intensify near Turkey", Hürriyet Daily News. Página visitada em 28 de janeiro de 2013.
- ↑ ""Attacks in Damascus Target Symbols of Assad Regime"". Página visitada em 21 de fevereiro de 2013.
- ↑ Syrian Insurgents Claim to Control Large Hydropower Dam. New York Times (11 de fevereiro de 2013). Página visitada em 15 de fevereiro de 2013.
- ↑ "Rebels overrun military airport in north Syria: NGO", Hurriyet. Página visitada em 12 de fevereiro de 2013.
- ↑ "Syrian air base falls, Assad forces under pressure", Reuters. Página visitada em 12 de fevereiro de 2013.
- ↑ "Jihadists seize Syria town on Iraq border", NOW News, 14 de fevereiro de 2013.
- ↑ a b "Combates deixam 30 rebeldes e 100 soldados sírios em três dias". Página visitada em 15 de fevereiro de 2013.
- ↑ a b "Rebeldes anti-Assad matam autoridade iraniana na saída da Síria" (em português). G1. Página visitada em 15 de fevereiro de 2013.
- ↑ Dominic Evans. "Car bomb kills over 50 near Damascus ruling party office" (em inglês). Reuters. Página visitada em 21 de fevereiro de 2013.
- ↑ Barnard, Anne, Hwaida Saad and Hania Mourtada. "Car Bomb in Damascus Kills Dozens, Opposition Says", New York Times, 21 February 2013. Página visitada em 21 February 2013.
- ↑ a b "Rebels 'seize most of Syria police academy'" (em inglês). BBC. Página visitada em 3 de março de 2013.
- ↑ a b Syria army seizes key Aleppo airport road (em inglês). Al Jazeera. Página visitada em 2 de março de 2013.
- ↑ Khaled Yacoub Oweis e Suleiman al-Khalidi. "Rebeldes sírios expulsam tropas do governo de maior parte de Raqqa" (em português). Estado de São Paulo. Página visitada em 4 de março de 2013.
- ↑ "Syrian activists say rebels seize security buildings in Raqqa, declare it 1st 'liberated' city", 6 de março de 2013.
- ↑ a b "Revolta completa dois anos na Síria e opositores protestam" (em português). Yahoo! Notícias. Página visitada em 15 de março de 2013.
- ↑ .Dmitry Ershov. Краткая сводка о ситуации в Сирии за 15-е марта (em russo). ANNA News. Página visitada em 16 de março de 2013.
- ↑ Exército sírio retoma bairro de Midan, em Alepo (em português). Estado de São Paulo. Página visitada em 22 de março de 2013.
- ↑ Ivan Watson. Two years later, Syrian revolutionaries reflect on their cause, the costs (em inglês). CNN. Página visitada em 15 de março de 2013.
- ↑ a b ANNE BARNARD. Syrian Rebels Pick U.S. Citizen to Lead Interim Government (em inglês). The New York Times. Página visitada em 18 de março de 2013.
- ↑ Damascus Denies Lebanon Air Strikes (em inglês). Ria Novosti. Página visitada em 19 de março de 2013.
- ↑ Syria mosque blast: Pro-Assad cleric among dozens dead (em inglês). Página visitada em 21 de março de 2013.
- ↑ Combates em subúrbio de Damasco deixam quase 70 mortos. Portal G1. Página visitada em 21 de abril de 2013.
- ↑ Exército sírio avança rumo ao bastião rebelde de Quseir, próximo ao Líbano. Portal G1. Página visitada em 21 de abril de 2013.
- ↑ Khaled Yacoub Oweis. Up to 500 feared dead in Damascus suburb: activists (em inglês). Reuters. Página visitada em 22 de abril de 2013.
- ↑ Khaled Yacoub Oweis. Fighting reported near suspected chemical arms site in Syria (em inglês). Reuters. Página visitada em 29 de abril de 2013.
- ↑ Assad's forces capture strategic town in southern Syria. Reuters. Página visitada em 8 de maio de 2013.
- ↑ Syrian army attacks rebel stronghold Qusayr. Al Jazira. Página visitada em 19 de maio de 2013.
- ↑ Syrian offensive on Qusayr deepens. Al Jazira. Página visitada em 21 de maio de 2013.
- ↑ [www.reuters.com/article/2013/05/31/us-syria-crisis-qusair-idUSBRE94U0H320130531 Hundreds of Syrian rebels enter besieged Qusair: activists]. Reuters. Página visitada em 2 de junho de 2013.
- ↑ Syrian rebels plead for help as army pounds Qusair. Jpost.com. Página visitada em 2 de junho de 2013.
- ↑ "Syrische leger herovert twee plaatsen in Hama". Página acessada em 2 de junho de 2013.
- ↑ Battle for Damascus is over. Is Israel intelligence slow on Syrian war?. Debka. Página visitada em 3 de junho de 2013.
- ↑ a b Syrian army captures strategic border town of Qusair. Reuters. Página visitada em 5 de junho de 2013.
- ↑ Syrian army 'captures' final rebel stronghold near Qusair. BBC. Página visitada em 9 de junho de 2013.
- ↑ Syria: Assad forces massing for major assault on Aleppo. The Daily Telegraph. Página visitada em 9 de junho de 2013.
- ↑ Fighting intensifies in Syria's north after Assad gains. Reuters. Página visitada em 9 de junho de 2013.
- ↑ Syria: Assad forces massing for major assault on Aleppo. The Daily Telegraph. Página visitada em 9 de junho de 2013.
- ↑ a b c Syria civil war: Car bomb rocks Damascus, killing 10 soldiers and wounding 10 others. The Independent. Página visitada em 17 de junho de 2013.
- ↑ "Syrian War Plays Out Along a Street in Lebanon", The New York Times, 24 de Agosto de 2012.
- ↑ "Syrian jets hit Lebanese territory near border", FOX News, 18 de Setembro de 2012.
- ↑ Beirut Bombing: Casualties Reported As Car Bomb Rocks Lebanese Capital. Huffington Post (19 de outubro de 2012). Página visitada em 25 de outubro de 2012.
- ↑ ANA CARBAJOSA. El Ejército libanés trata de frenar una espiral de violencia que ha costado 7 vidas (em espanhol). El País. Página visitada em 22 de outubro de 2012.
- ↑ Lebanon warns Syria over helicopter raid. Al Jazira. Página visitada em 15 de junho de 2013.
- ↑ "Syria's civil war spills violence across borders into Jordan, Lebanon". Página visitada em 23 de outubro de 2012.
- ↑ Muere un soldado jordano en choques con un grupo armado en la frontera con Siria (em espanhol). Agência EFE. Página visitada em 22 de outubro de 2012.
- ↑ TIA GOLDENBERG. Rebeldes sirios toman zona fronteriza con Israel (em espanhol). Terra Networks. Página visitada em 11 de novembro de 2012.
- ↑ Barbara Starr, Sara Sidner e David Ariosto. U.S. official: Israeli jets strike convoy in Syria (em inglês). CNN. Página visitada em 31 de janeiro de 2013.
- ↑ Jennifer Griffin, James Rosen e a equipe do The Associated Press. Israeli warplanes strike Syrian weapons facility, US official says (em inglês). The Associated Press. Página visitada em 4 de maio de 2013.
- ↑ ANNE BARNARD, MICHAEL R. GORDON e JODI RUDOREN. Israel Targeted Iranian Missiles in Syria Attack (em inglês). The New York Times. Página visitada em 4 de maio de 2013.
- ↑ Alaa Ebrahim. "Damascus military facilities 'hit by Israel rockets'" (em inglês). BBC. Página visitada em 5 de maio de 2013.
- ↑ "Syria regime and opposition both condemn Israeli strikes" (em inglês). The Associated Press. Página visitada em 5 de maio de 2013.
- ↑ "Syria regime and opposition both condemn Israeli strikes" (em inglês). BBC. Página visitada em 23 de janeiro de 2012.
- ↑ Ministro sírio chama relatório da Liga Árabe de "conspiração" (em português). Al Jazeera e Al Arabiya. Página visitada em 24 de janeiro de 2012.
- ↑ Mustafa al-Dabi, Mohammed Ahmed. "League of Arab States Observer Mission to Syria Report of the Head of the League of Arab States Observer Mission to Syria for the period from 24 December 2011 to 18 January 2012", Cairo, 24 de dezembro de 2011. Página visitada em 1 de fevereiro de 2012.
- ↑ Oposição síria critica Liga Árabe por missão de observadores (em português). Agence France-Presse. Página visitada em 9 de janeiro de 2012.
- ↑ Radicais islâmicos iraquianos estão na Síria. ruvr.ru. Página visitada em 11 de fevereiro de 2012.
- ↑ "Ataques terroristas" atingem muitos lugares da Síria. cri.cn. Página visitada em 23 de fevereiro de 2012.
- ↑ Síria diz que 'terroristas armados' atacaram refinaria de Homs. jb.com.br. Página visitada em 08 de fevereiro de 2012.
- ↑ Síria denuncia 'ataque terrorista' em meio a choques em subúrbios da capital. ultimosegundo.ig.com.br. Página visitada em 30 de janeiro de 2012.
- ↑ "26 de fevereiro de 2012.", Reuters, 24 de dezembro de 2011. Página visitada em 1 de fevereiro de 2012.
- ↑ "Saudi Arabia withdraws ambassador from Syria", BBC, 7 de agosto de 2011. Página visitada em 12 de abril de 2012.
- ↑ "EU condemns 'unacceptable' repression in Syria", Middle East Online, 22 March 2011. Página visitada em 12 de abril de 2012.
- ↑ "UN chief slams Syria's crackdown on protests", Al Jazeera, 12 de abril de 2012.
- ↑ "Canada condemns violence in Yemen, Bahrain, Syria", Google News, 21 de março de 2011. Página visitada em 12 de abril de 2012.
- ↑ "Obama Condemns 'Abhorrent Violence' of Syrian Gov't", Ynetnews, 9 de abril de 2011. Página visitada em 12 de abril de 2012.
- ↑ Syria Transition Support Act (em inglês). Congresso Americano. Página visitada em 18 de maio de 2013.
- ↑ Syria Sanctions (em inglês). US. Departament of the Treasure. Página visitada em 18 de maio de 2013.
- ↑ Canadian Economic Sanctions-Syria (em inglês). Foreing Affairs and International Trade of Canada. Página visitada em 28 de novembro de 2012.
- ↑ U.S., partners to push for global sanctions on Syria (em inglês). The Associated Press. Página visitada em 5 de julho de 2012.
- ↑ Patrick J. McDonnell e Ramin Mostaghim. Iran reaffirms support for Syria's Assad; U.S. warns of proxy war (em inglês). Los Angeles Times. Página visitada em 7 de agosto de 2012.
- ↑ a b "Syria's crisis: The long road to Damascus: There are signs that the Syrian regime may become still more violent", The Economist, de 11 de fevereiro de 2012.
- ↑ Gordts, Eline. "Russia, China Veto Syria Sanctions", Huffington Post, 5 de outubro de 2011. Página visitada em 12 de abril de 2012.
- ↑ "Russia urges Syrian opposition to end violence", RIA Novosti, 3 de outubro de 2011. Página visitada em 12 de abril de 2012.
- ↑ British and Qatari special operations units operating in Syria (em inglês). Dekba. Página visitada em 8 de fevereiro de 2012.
- ↑ Rússia acusa Ocidente de armar rebeldes sírios (em português). Tercera Información. Página visitada em 10 de fevereiro de 2012.
- ↑ Rússia acusa Ocidente de armar rebeldes sírios (em português). Reuters. Página visitada em 14 de fevereiro de 2012.
- ↑ David Blair. Syria: Russia's Sergei Ryabkov accuses West of being "accomplices" in violence (em inglês). Daily Telegraph. Página visitada em 10 de fevereiro de 2012.
- ↑ Daily Telegraph: So-Called Free Syrian Army Receives Weapons from the US and France (em inglês). Daily Telegraph. Página visitada em 1 de março de 2012.
- ↑ Syrie – Une vidéo confirmant que les terroristes syriens sont équipés d'armes par la France et les Etats unis (em francês). Algeríe Info. Página visitada em 29 de fevereiro de 2012.
- ↑ Manifestantes sírios exigem proteção internacional a observadores árabes (em português). BBC. Página visitada em 27 de dezembro de 2011.
- ↑ Navios de guerra do Irã retornam da Síria por Suez (em português). Agência Estado. Página visitada em 21 de fevereiro de 2012.
- ↑ Navios do Irã alcançam a Síria e China alerta sobre guerra civil. terra.com.br. Página visitada em 20 de fevereiro de 2012.
- ↑ Kitfield, James. "The Global Dangers of Syria's Looming Civil War", The Atlantic. Página visitada em 22 de fevereiro de 2012.
- ↑ Hezbollah fighters 'invading' Syria - rebel chief. BBC. Página visitada em 30 de maio de 2013.
- ↑ Demographic Data of Registered Population. UNHCR. Página visitada em 11 de agosto de 2012.
- ↑ "Syrian dissidents convene in Turkey to discuss regime change", France 24. Página visitada em 20 de outubro de 2011.
- ↑ Karam, Zeina. "Syrian dissident colonel takes refuge in Turkey", The Guardian. Página visitada em 20 de outubro de 2011.
- ↑ Stack, Liam. "In Slap at Syria, Turkey Shelters Anti-Assad Fighters", New York Times. Página visitada em 27 de outubro de 2011.
- ↑ Weiss, Michael. "Syrian rebels say Turkey is arming and training them", telegraph.co.uk, 22 May 2012. Página visitada em 30 de junho de 2012.
- ↑ Revealed: CIA secretly operates on Syrian border, supplies arms to rebels (em inglês). Russian Today. Página visitada em 21 de junho de 2012.
- ↑ U.S. secretly backed Syrian opposition groups, cables released by WikiLeaks show (em inglês). Washington Post. Página visitada em 18 de abril de 2011.
- ↑ "Tunisia "to withdraw recognition" of Syria government", Reuters, 4 de fevereiro de 2012.
- ↑ "EU recognizes legitimacy of Syrian opposition", Daily Star, 20 de novembro de 2012.
- ↑ Canada Reduces Staff at Embassy in Syria. Canada International. Página visitada em 16 de fevereiro de 2012.
- ↑ "NATO Rules Out Syria Action", Voice of America. Página visitada em 13 de novembro de 2011.
- ↑ "US Authorizes Financial Support For the Free Syrian Army", Al Monitor. Página visitada em 27 de julho de 2012.
- ↑ Roula Khalaf, Abigail Fielding Smith. "Qatar bankrolls Syrian revolt with cash and arms", 2 de Março de 2012. Página visitada em 17 de junho de 2013.
- ↑ DeYoung, Karen. "Saudi, Qatari plans to arm Syrian rebels risk overtaking cautious approach favored by U.S.", 2 de Março de 2012. Página visitada em 23 de março de 2012.
- ↑ Syria says nearly 90% of voters approve new constitution amid bloodshed. Al Arabiya News. Página visitada em 30 de junho de 2012.
- ↑ Naylor, Hugh. "Syria rebels 'buy arms with Gulf and US help' ", 17 May 2012. Página visitada em 30 de junho de 2012. (em inglês)
- ↑ "Abkhazia akuzon UÇK-në për pjesëmarrje dhe vrasje në Siri", Shqiptarja.com. Página visitada em 27 de julho de 2012. (em albanês)
- ↑ Landay, Jonathan S.. "Top U.S. intelligence officials confirm al Qaida role in Syria", McClatchy Newspapers. Página visitada em 22 de fevereiro de 2012.
- ↑ Kennedy, Elizabeth A.. "Ayman al-Zawahri, Al-Qaeda Chief, Urges Muslims To Help Syrian Rebels", Huffington Post. Página visitada em 22 de fevereiro de 2012.
- ↑ Al, Suleiman. "Arab Islamist fighters eager to join Syria rebels", 30 de julho de 2012. Página visitada em 3 de maio de 2013.
- ↑ ""Obama autorizou apoio secreto a sírios"". Página visitada em 2 de agosto de 2012.
- ↑ "Alepo vira 'batalha decisiva' entre rebeldes e soldados". Página visitada em 25 de agosto de 2012.
- ↑ "Turquia e EUA estudam zonas de exclusão aérea na Síria". Página visitada em 11 de agosto de 2012.
- ↑ Syrian opposition groups reach unity deal. USA Today. Página visitada em 13 de dezembro de 2012.
- ↑ "Syrian opposition groups sign coalition deal", Al Jazeera. Página visitada em 13 de dezembro de 2012.
- ↑ Jim Muir. "Syria crisis: Gulf states recognise Syria opposition", BBC. Página visitada em 14 de novembro de 2012.
- ↑ Oposição consegue assento da Síria na Liga Árabe. Portal G1. Página visitada em 25 de março de 2013.
- ↑ "In Syria, new influx of weapons to rebels tilts the battle against Assad", Washington Post, 23 de fevereiro de 2013.
- ↑ Arab league allows members to arm rebels and offers seat to opposition. Al Bawaba (9 de fevereiro de 2013). Página visitada em 26 de março de 2013.
- ↑ "França e Reino Unido querem fornecer armas aos rebeldes na Síria". Página visitada em 14 de março de 2013.
- ↑ West training Syrian rebels in Jordan. The Guardian. Página visitada em 8 de março de 2013.
- ↑ “Patrocinadores externos dificultam diálogo na Síria”, diz Lavrov. Gazeta Russa. Página visitada em 26 de março de 2013.
- ↑ União Europeia suspende embargo de armas à oposição síria. UOL. Página visitada em 27 de maio de 2013.
- ↑ a b US says it will give military aid to Syria rebels. BBC. Página visitada em 14 de junho de 2013.
- ↑ Syria Chemical Weapons: Britain, France Reportedly Inform UN They Believe Chemical Weapons Were Used. The Hhuffington Post. Página visitada em 14 de junho de 2013.
- ↑ CIA to arm, train Syrian rebels; Hagel says US jets, missiles brought to Jordan will stay. Fox News. Página visitada em 17 de junho de 2013.
- ↑ {{citar web|URL=http://www.guardian.co.uk/world/2013/jun/14/russia-us-syria-chemical-weapons%7Ctítulo=Russia dismisses US claims of Syrian chemical weapons use|publicado=[[The Guardian|acessodata=17 de junho de 2013}}
- ↑ Russia Repeats Western Mistakes in Arab Spring. Human Rights Watch. Página visitada em 23 de janeiro de 2012.
- ↑ Syria: Reports of helicopter shipments underscore need for arms embargo. Amnesty International. Página visitada em 25 de junho de 2012.
- ↑ Isolate Syria's Arms Suppliers. HRW. Página visitada em 29 de junho de 2012.
- ↑ Israel convinces Russia to cancel Syrian S-300 missile deal: official. Xinhuanet. Página visitada em 14 de agosto de 2012.
- ↑ "US defends Russian arms deal despite Syria link", Google News. Página visitada em 10 de agosto de 2012.
- ↑ "Wait and sea", The Economist. Página visitada em 23 de junho de 2012.
- ↑ Syrian rebels threaten to attack Russian naval base. DNA. Página visitada em 14 de agosto de 2012.
- ↑ ""Russia and Iran Criticize the United States on Syria"". Página visitada em 13 de junho de 2012.
- ↑ Russia Draws Red Line In Syrian Sand. NSNBC. Página visitada em 6 de junho de 2013.
- ↑ How Iran Keeps Assad in Power in Syria. Foreing Affairs. Página visitada em 6 de fevereiro de 2013.
- ↑ Tisdall, Simon. "Iran helping Syrian regime crack down on protesters, say diplomats", The Guardian. Página visitada em 22 de fevereiro de 2012.
- ↑ "Iran warships enter Mediterranean via Suez Canal", BBC. Página visitada em 22 de fevereiro de 2012.
- ↑ "Obama Condemns 'Outrageous' Syria Violence, Iran Aid", Google News. Página visitada em 27 de abril de 2011.
- ↑ Navon, Emmanuel. "'Iran, Hezbollah assisting in Syria protest suppression'", Jerusalem Post. Página visitada em 13 de novembro de 2011.
- ↑ Holliday, Joseph (Março 2012). Syria's Armed Opposition. Middle East Security Report 3. Institute for the Study of War. p. 25. http://www.understandingwar.org/sites/default/files/Syrias_Armed_Opposition.pdf. Visitado em 9 de julho de 2012
- ↑ "U.N. publishes report on Iran arms trade with Syria". Página visitada em 29 de junho de 2012.
- ↑ CHIVERS, C. J.. "In Shift, Saudis Are Said to Arm Rebels in Syria", 26 de fevereiro de 2013. Página visitada em 26 February 2013. (em inglês)
- ↑ Hezbollah Commits to an All-Out Fight to Save Assad. The New York Times (25 de maio de 2013). Página visitada em 27 de maio de 2013.
- ↑ "Hezbollah fighters 'invading' Syria - rebel chief", BBC news, 29 de maio de 2013. Página visitada em 9 de junho de 2013.
- ↑ a b ""Declaración de cumbre NOAL rechaza intervención foránea en Siria"", Diario Gramma. Página visitada em 1 de setembro de 2012.
- ↑ "Fidel Castro critizices US foreign policy in letters to Syrian Government", Newsroom. Página visitada em 22 de fevereiro de 2012.
- ↑ oglobo.globo.com (1 de abril de 2012). Soldados da oposição passarão a receber salário na Síria. Página visitada em 12 de abril de 2012.
- ↑ gazetadopovo.com.br (2 de abril de 2012). Rússia critica grupo "Amigos da Síria". Página visitada em 12 de abril de 2012.
- ↑ Syria’s armed opposition chiefs form military council to unite ranks. English.alarabiya.net (24 de março de 2012). Página visitada em 12 de abril de 2012.
- ↑ The Tripoli Post (6 de abril de 2012). UN Security Council Backs UN-Arab League Envoy's Ceasefire Deadline in Syria. Página visitada em 12 de abril de 2012.
- ↑ The Guardian. Syria: Annan pushes ceasefire deadline back two days (Government attacks continue as first deadline passes). Página visitada em 12 de abril de 2012.
- ↑ BBC (8 de abril de 2012). Síria exige 'garantias' da oposição para cessar-fogo. Página visitada em 12 de abril de 2012.
- ↑ terra.com.br (12 de abril de 2012). Síria: governo e oposição se acusam de violar o cessar-fogo. Página visitada em 12 de abril de 2012.
- ↑ a b Dois mortos na Síria fragilizam cessar-fogo. Página visitada em 14 de abril de 2012.
- ↑ Estado de S.Paulo (15 de agosto de 2012). Sírios dizem aceitar argelino como novo mediador da ONU. Página visitada em 19 de agosto de 2012.
- ↑ Ron DePasquale (17 de agosto de 2012). "UN: Algeria's Brahimi will replace Annan in Syria". Associated Press. Página visitada em 17 de agosto de 2012.
- ↑ TASS (29 de novembro de 2012). "Internal" opposition against foreign interference in Syrian affairs. Associated Press. Página visitada em 17 de janeiro de 2013.
- ↑ Brahimi se reúne com oposição síria em meio a novos combates (em português). Agence France-Presse (14 de setembro de 2012). Página visitada em 17 de janeiro de 2013.
- ↑ Syria will respond to any initiative to solve crisis through talks: PM (em inglês). Press TV. Página visitada em 31 de dezembro de 2012.
- ↑ Iran’s six-point plan only solution to Syria unrest: Official (em inglês). Press TV. Página visitada em 30 de dezembro de 2012.
- ↑ Iran announces new 6-point peace plan for Syria (em inglês). Trend. Página visitada em 16 de dezembro de 2012.
- ↑ a b Syrian Opposition Rejects Iran’s Peace Proposal. Uskowioniran.com (21 de dezembro de 2012). Página visitada em 19 de maio de 2013.
- ↑ a b c Presidente propõe 'conferência de reconciliação' na Síria. Portal G1. Página visitada em 8 de janeiro de 2013.
- ↑ "President al-Assad : Out of Womb of Pain, Hope Should Be Begotten, from Suffering Important Solutions Rise" (em inglês). SANNA (7 de janeiro de 2013). Página visitada em 17 de janeiro de 2013.
- ↑ "Oposição despreza ‘plano de paz’ do presidente da Síria" (em inglês). SANNA (7 de janeiro de 2013). Página visitada em 7 de janeiro de 2013.
- ↑ U.S. and Russia Plan Conference Aimed at Ending Syrian War (em inglês). The New York Times. Página visitada em 6 de junho de 2013.
- ↑ Syrian Opposition to Sit Out Any Talks Unless Arms Are Sent, General Says (em inglês). The New York Times. Página visitada em 8 junho de 2013.
Ligações externas
- "The Reality of Events" SANA (Agência estatal de notícias da Síria)
- Site oficial do Coalizão Nacional Síria da Oposição e das Forças Revolucionárias
- Site oficial do Exército Livre da Síria (em inglês)
- Site oficial do Exército Livre da Síria (em árabe)
- Levante Sírio, cobertura da Al Jazeera
- Observatório Sírio de Direitos Humanos
Ver também
- Cerco de Homs
- Batalha de Alepo
- Batalha de Damasco
- Conflito no Curdistão sírio (2012–presente)
- Coalizão Nacional Síria da Oposição e das Forças Revolucionárias
- Exército da Síria Livre
- Forças Armadas da Síria
- Primavera Árabe










